Incorporadora faz teaser sobre futuro do Moinho Fluminense

A Autonomy Investimentos começou uma conta de Instagram para o projeto do Moinho Fluminense e lançou um teaser mas sem falar muito

A Autonomy Investimentos começou uma conta de Instagram para o projeto do Moinho Fluminense, @moinhofluminense, além de publicar em seu canal no YouTube um teaser do projeto que pretendem para o futuro do Moinho. O imóvel, uma autentica fábrica inglesa, é tombado e teve seu alvará dado pela princesa Isabel. São 27 mil m² e fica na Rua Sacadura Cabral, Centro do Rio.

O teaser não fala muito, conta a história do Moinho Fluminense e que o projeto será direcionado a valorização do patrimônio e transformação social, conectado a história do empreendimento e o envolvimento com a comunidade ao redor.

Não muito diferente do que a Autonomy Investimentos já dizia ano passado, em que informava que pretendia lançar no imóvel um projeto com vários empreendimentos. Mas um espaço multiuso pode compreender áreas comerciais, como shopping, escritórios e hotel. Se houver área residencial, será uma novidade no portfólio dos investidores,

Especializada em adquirir prédios antigos para reformar, a empresa já realizou diversos projetos dessa natureza no Centro do Rio, como o da Standard Oil e o Ouvidor 107. Na região do Porto Maravilha, a Autonomy é dona do edifício comercial Vista Guanabara, vizinho do Moinho, na Avenida Venezuela. Nesse caso, porém, a obra foi erguida do zero.

O imóvel que tem parte de sua estrutura tombado, já teve algumas partes não tombadas derrubadas em 2019. Na época, Claudio Castro, diretor da Sérgio Castro Imóveis, única imobiliária com uma filial na Zona Portuária, bem próxima ao Moinho Fluminense, disse que “O que for feito ali vai se tornar o centro da região do Porto Maravilha. Essa venda e esse princípio de uma nova construção são de suma importância para toda a Cidade do Rio de Janeiro. É, de certa forma, um novo marco”,

A Fábrica pertencia à Bunge Alimentos e em 2014 chegou a ter negociações com a Vinci Partners, que faria lá um dos maiores complexos de escritórios e lojas do Porto. O objetivo era ter shopping e até um hotel em um dos silos. E foi vendida em julho para o grupo paulista.

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