Motorista dirigia pelo corredor exclusivo BRT da Transolímpica quando bateu em ônibus Foto: Reprodução

Dados do consórcio BRT, que administrava o serviço de ônibus articulados no Rio de Janeiro até o início do mês, quando a Prefeitura do Rio encampou o serviço até uma nova licitação, mostram que ao longo de todo o ano de 2020, o serviço registrou a média de um acidente a cada três dias.

De acordo com a concessionária, foram 130 acidentes em 2020. E houve também 32 atropelamentos na faixa, na qual os veículos expressos transitam em até 70 quilômetros por hora.

Na última quarta-feira (10/03), uma batida entre um coletivo do BRT e um carro de passeio que invadiu a faixa exclusiva do corredor Transcarioca, deixou um morto e 49 feridos, na altura da estação do Mato Alto, no corredor que liga a Barra da Tijuca, na Zona Oeste, ao Aeroporto Internacional do Galeão, na Ilha do Governador, Zona Norte.

O condutor do veículo fugiu do local. O caso está sendo investigado pela 43ª Delegacia de Polícia (Guaratiba). A delegada titular da área, Márcia Julião, concluiu que o veículo, tinha sido furtado no dia três de março, na área da 22ª DP (Penha), e estava com uma placa clonada, de São Paulo, copiada de outro carro que tinha as mesmas características. 

A Secretaria Municipal de Saúde informou que todas as vítimas foram atendidas em hospitais da rede e cinco delas seguem internadas.

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