O bairro da Lapa e a música brasileira, carioca, caminham, ou melhor, dançam juntas. Entre tantos nomes que simbolizam essa composição está Jacob do Bandolim. Um dos maiores artistas da história do Brasil.



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Jacob do Bandolim morou, em toda sua infância, na Lapa, mais precisamente na Rua Joaquim Silva 97. Em sua infância, Jacob ouvia um vizinho cego tocar violino. Isso ajudou a inspirar o gênio do bandolim, que teve como primeiro instrumento, aos 12 anos de idade, um violino. Por não se adaptar ao arco do violino, ele começou a tocá-lo usando grampos de cabelo. Pouco depois, ganhou seu primeiro bandolim. O resto é história.

Jacob do Bandolim é autor de muitos clássicos da música brasileira, sobretudo no Choro. São de sua autoria clássicos do choro como Vibrações, Doce de Coco, Noites Cariocas, Assanhado e Receita de Samba. Ele alcançou popularidade ao montar o conjunto Época de Ouro no início da década de 1960, que permanece em atividade até hoje.

Este prédio onde morou Jacob em sua infância está sendo reformado, inclusive com o trabalho de mestres restauradores, para ser alugado pela Sérgio Castro Imóveis, empresa extremamente comprometida com o patrimônio histórico da cidade Rio de Janeiro.

A casa onde morou Jacob do Bandolim

“Compramos imóveis históricos, restauramos, mantemos todas as características históricas, originais e alugamos. Esse especificamente, como sou muito fã de choro, queremos colocar uma placa no imóvel, fazendo uma homenagem ao Jacob do Bandolim”, disse Claudio Castro, diretor da Sérgio Castro Imóveis.

Jacob morreu em 1969. Ele havia acabado de voltar da casa de Pixinguinha, onde havia começado a planejar um novo disco. Ele tinha 51 anos de idade. Ele sofreu um infarto cardíaco nos braços da esposa Adylia. Foi sepultado no Cemitério do Caju.

Com mais de meio século de tradição no mercado imobiliário do Rio de Janeiro, a Sergio Castro Imóveis – a empresa que resolve contribui para a valorização da cultura carioca

Sergio Bittencourt, filho de Jacob, compôs a música “Naquela Mesa”, que fala sobre o pai, o mantendo, ainda mais, imortalizado. A gravação de Nelson Gonçalves é a mais famosa.

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