O líder do maior clã político do Rio de Janeiro, Jorge Picciani (PMDB), pode ser o próximo alvo da Lava Jato. Presidente da ALERJ no 1º mandato de Sergio Cabral, do PMDB há não sei quanto tempo, Picciani está, de acordo com Lauro Jardim, em ao menos 4 delações.

Uma delas é a dos donos da Carioca Engenharia, Ricardo Backheuser e Ricardo Backheuser Junior. A delação entregaria além de Picciani. Eduardo Cunha e Sérgio Cabral e já estaria rumo a homologação pelo STJ.

Seu nome seria também o principal troféu da delação de Jonas Lopes, ex-presidente do TCE, e o seu filho, Jonas Neto, é o que informa Lauro Jardim, que diz que a delação é feita com riqueza de detalhes. Nessa também iria todos os juízes do TCE, com exceção de um deles.

Pai de um ministro, Leonardo Picciani, e do secretário executivo de Coordenação do Governo, Rafael Picciani, o lcã foi motivo de uma matéria na Record em novembro de 2015, na série de reportagens “Os Negócios dos Homens que comandam a política do Rio de Janeiro”. De acordo com a reportagem, a família tem vários contratos com o governo estadual do Rio de Janeiro. Em um dos casos mostra que os Picciani, através de Felipe Picciani, filho que não está na política, é sócio da mineradora Tamoio, através da empresa dos PIcciani, Agrobilara. E qual o problema? Bem, a Tamoio forneceu brita para a maioria das obras da Prefeitura do Rio, incluindo o Parque Olímpico.

E não é só isso, na matéria de 11 minutos o Jornal da Record destrincha outros casos, assista:

Se continuar assim não sobra um no Rio de Janeiro.

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