Imagem apenas ilustrativa | Foto: Reprodução/Internet

O hipermercado Carrefour foi condenado pela 19ª Câmara Cível do Rio, a pedido do promotor Rodrigo Terra, a pagar R$ 200 mil por dano moral coletivo por causa de infestação de barata na loja da Barra, constatada pela vigilância sanitária em duas inspeções.

O supermercado também foi condenado a fazer reparos estruturais no mobiliário, fechando frestas que servem de esconderijo para o inseto, além de refazer a dedetização.

Na denúncia, o consumidor narrou a existência de infestação de baratas na esteira rolante do caixa em que são depositados os produtos para pagamento. No curso da investigação, conforme relatório da Vigilância Sanitária de 02/10/2018, ficou constatado que as condições higiênico-sanitárias da unidade eram insatisfatórias, bem como necessitavam de adequações.

Em nota ao DIÁRIO DO RIO, o Carrefour afirmou que atua de acordo com rígidos controles de segurança alimentar e boas práticas de higienização e produção de alimentos e que irá recorrer da decisão.

Vale lembrar que este não é o primeiro problema enfrentado pelo Carrefour. No ano passado, a companhia recebeu muitos protestos após morte de João Alberto Silveira Freitas, um homem negro de 40 anos, em um supermercado da mesma rede em Porto Alegre.

Outro caso ocorreu em 2018, quando um cachorro foi agredido até a morte em um mercado da rede, em Osasco. Poucas semanas depois, houve uma denúncia sobre morte de gatos no Carrefour da Barra.

Confira a nota completa enviada pelo Carrefour sobre a decisão:

“Com relação à decisão da 19º Câmara Cível do Rio de Janeiro, o Carrefour informa que o hipermercado atua de acordo com rígidos controles de segurança alimentar e boas práticas de higienização e produção de alimentos. A empresa reforçou todos os seus procedimentos, além de realizar regularmente intenso controle de pragas com empresas especializadas. A empresa ressalta seu compromisso com a qualidade e segurança dos alimentos que comercializa e com o bem-estar de seus colaboradores e clientes, atuando de acordo com a legislação vigente. A companhia irá recorrer da decisão.”

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