Imagem apenas ilustrativa | Foto: Reprodução: Internet

A Força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro consultou a União Federal em relação a liberação de R$ 552 milhões para compra de vacinas contra Covid-19. Para viabilizar a utilização dos recursos recuperados, foram expedidos ofícios à Advocacia Geral da União (AGU), à Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ), à Procuradoria Geral da República (PGR) e ao Supremo Tribunal Federal (STF) na tentativa de antecipar o levantamento destes valores e com isso, adquirir mais doses de imunizantes para o Rio.

O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal também receberá o ofício. De acordo com a Lava Jato do Rio, o valor recuperado em custódia da operação soma R$ 552.574.264,16. No entanto, este valor ainda deverá ser acrescido nas próximas semanas, pois outras obrigações decorrentes de acordos de colaboração premiada e de leniência estão para serem contabilizados.

O texto do ofício da força tarefa da Lava Jato diz: Consultamos a União se há interesse em realizar o levantamento antecipado dos valores custodiados em contas judiciais, com a finalidade específica de aquisição de vacinas para a imunização da covid-19, o que se justificaria dada a situação de emergência na saúde pública e a urgente necessidade de imunização da população”.

Caso a medida seja aceita, a força tarefa informa que irá solicitar a imediata transferência dos valores para contas indicadas por representantes governamentais. O órgão esclareceu que não será realizada solenidade para recebimento dos valores recuperados, em respeito às vítimas da Covid-19.

Costa do mar, do Rio, Carioca, da Zona Sul à Oeste, litorânea e pisciana. Como peixe nos meandros da cidade, circulante, aspirante à justiça - advogada, engajada, jornalista aspirante. Do tantã das avenidas, dos blocos de carnaval à força de transformação da política acreditando na informação como salvaguarda de um novo tempo: sonhadora ansiosa por fazer-valer!

3 COMENTÁRIOS

  1. Esses lavajatistas são muito picaretas mesmo… Se o dinheiro é do Estado, tem que retornar aos cofres públicos. Se é da Petrobrás, aos cofres da sociedade de economia mista. E assim vai…
    Não a Justiça ou órgãos auxiliares escolher o destino.

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