Sergio Alevatto, Flora Americana, uma das peças do leilão

No próximo dia 17/10, data em que a Sociedade Viva Cazuza completa 29 anos, Luciana Caravello Arte Contemporânea fará um leilão de parede beneficente, com toda a renda revertida para a instituição criada em 1990 pelos pais de Cazuza, Maria Lúcia (Lucinha) e João Araújo. Serão apresentadas obras como pinturas, desenhos, gravuras, fotografias e esculturas de importantes artistas, como Adrianna Eu, Alan Fontes, Alexandre Mazza, Almandrade, Armando Queiroz, Bruno Miguel, Cabelo, Daniel Murgel, Eduardo Kac, Gustavo Speridião, Marcelo Jacome, Pedro Varela, Úrsula Tautz, Victor Arruda, entre outros, que doaram trabalhos para o projeto.

O leilão de parede caracteriza-se pela ausência da figura do leiloeiro, que normalmente faz a mediação entre os lances oferecidos e a venda final da obra. Nessa modalidade, o participante registra a sua oferta diretamente na parede, ao lado da obra. O lance mínimo será de R$1.000 (mil reais).

Realizado em um ambiente descontraído e informal, todos serão convidados a participar do leilão, bastando apenas preencher uma ficha de inscrição, que estará disponível na galeria no dia do evento.Durante o dia, os participantes podem deixar seus lances a qualquer momento, pessoalmente, por telefone ou internet.

A Sociedade Viva Cazuza foi criada com o intuito de dar apoio aos pacientes com AIDS/HIV, no início, do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, na Tijuca, Zona Norte do Rio. Cansada de ver várias crianças soropositivas serem abandonadas pelas famílias, Lucinha resolveu criar a Sociedade Viva Cazuza em 1994, e passou a dedicar todo o seu tempo e carinho de mãe – que antes era exclusivo para o seu único filho Cazuza, já morto pela doença – a meninos e meninas que passaram a viver na casa.

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