O candidato à Prefeitura do Rio em 2020, Luiz Lima (PSL), fez uma caminhada pelo calçadão de Campo Grande na manhã desta quinta-feira (22/10). Após conversar com eleitores no principal centro de comércio do bairro, ele falou sobre como pretende retomar a geração de empregos na cidade.



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Tivemos 120 mil empregos de carteira assinada perdidos nos últimos meses em razão da Covid-19. Cabe ao município ter ordem pública e criar facilidades para o empresário, para a gente ativar, principalmente, esses empregos de carteira assinada perdidos. A gente sofre no Rio com a queda no ISS, o principal tributo que financia os recursos para Educação e Saúde. Quero fazer da prefeitura uma aliada do empreendedor e não um obstáculo. Cabe à prefeitura ser uma colaboradora do comércio”, afirmou.

Luiz Lima, que nasceu e morou em Campo Grande, destacou a importância de uma atuação em conjunto de várias secretarias, com o objetivo de criar um ambiente favorável ao desenvolvimento econômico.

Em Campo Grande, Madureira, Bangu, Saara e em outros polos de comércio da cidade, é importante estabelecer a ordem. Temos que fazer com que o comércio ambulante não atrapalhe o lojista, buscando uma harmonia entre eles. Tem que haver um equilíbrio para termos a retomada do emprego. Precisa haver limpeza, segurança e um ambiente satisfatório também, porque isso ajuda. Cabe à prefeitura organizar e cuidar do município para que as pessoas venham a investir na cidade. A gente não pode permitir a concorrência desleal com carga roubada. A maioria dos camelôs trabalha bem, mas tem muitos camelôs que são receptadores de carga roubada e aí não faz sentido estar aqui ou estar em qualquer lugar. A Polícia Militar combate fortemente a movimentação de cargas roubadas, principalmente na entrada da Avenida Brasil, mas a Prefeitura tem que fazer sua parte também. Não é só uma questão de ordem na rua, mas de segurança. Carga roubada veio do crime, pessoas inocentes muitas vezes são mortas nesse processo“.

Os problemas na mobilidade urbana, que historicamente causam transtornos aos moradores da Zona Oeste, também foram tema das conversas do candidato com populares.

Durante a minha caminhada pelo calçadão de Campo Grande, ouvi muitas reclamações sobre o transporte. Ouvi que as linhas somem à noite e que os ônibus ficam lotados em períodos específicos do dia. As pessoas querem mais ônibus nas ruas. E querem mais ônibus também para o Centro do Rio, porque eles diminuíram. Tem ônibus com um serviço mais caro, os frescões, que meu pai pegava no início dos anos 1980, com passagem a 14, 15 reais, e tem os ônibus com tarifa normal, que realmente são escassos. Então a gente precisa ter dentro da Secretaria de Transportes verdade e competência. Vamos acabar com a politicagem e com a fiscalização frouxa. A gente tem que ter as concessionárias cumprindo o que foi acordado com a prefeitura, e é dever do município fiscalizar com muito rigor estas empresas, averiguando se o cidadão está sendo bem atendido ou não. É inconcebível obrigar um trabalhador a perder horas do seu dia no transporte público. São, talvez, 15 horas por semana em que o carioca deixa de estar com seus filhos, de ter seu momento de lazer, de se qualificar, para se ver confinado no banco do ônibus, na tentativa de chegar pontualmente ao local de trabalho ou em casa, prejudicando profundamente sua qualidade de vida e a produtividade. “, analisou.

2 COMENTÁRIOS

  1. é um piadista esse Luiz Lima… nunca administrou nada na vida, nunca foi empreendedor… só fala fala e não diz nada… a unica coisa que esse nadador sabe fazer é… NADA!!

  2. Vejamos a análise dessa frase: ” Então a gente precisa ter dentro da Secretaria de Transportes verdade e competência.”
    Quem vai instituir verdade e competência?
    O Luiz Lima não pode ser! O cara não tem conhecimento algum de como é fazer gestão pública!
    Essa mania que algumas pessoas têm de falar o que agrada somente para conquistar votos! Fala sério!

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