Giacomo Gastaldi xilogravura 'Brasil', do livro 'Delle Navigationi Et Viaggi', de Giovanni Battista Ramusio, 1556
Giacomo Gastaldi xilogravura ‘Brasil’, do livro ‘Delle Navigationi Et Viaggi’, de Giovanni Battista Ramusio, 1556

O Museu de Arte do Rio (MAR) disponibiliza ao público a mostra “Rio Setecentista, quando o Rio virou capital“, que traça um panorama das transformações ocorridas durante o século XVIII, época em que cidade se tornou a capital do Vice-Reino do Brasil (1763). A exposição fica em cartaz do dia 7/6/2015 até 8/5/2016.

Pao-do-Ouvidor

Depois do banho de história e cultura que uma exposição como essa pode proporcionar, um bom passeio no centro do Rio é o Paço do Ouvidor, que conta com diversos atrativos para um dia divertido e relaxante. Passa no Paço!

A mostra, que faz parte das comemorações dos 450 anos da fundação da cidade do Rio de Janeiro, tem curadoria de Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira, Anna Maria Fausto Monteiro de Carvalho, Margareth da Silva Pereira e Paulo Herkenhoff.

Rio setecentista, quando o Rio virou capital  Mestre Valentim (atribuído): Passeio Público,1783 - guache sobre papel
Rio setecentista, quando o Rio virou capital Mestre Valentim (atribuído): Passeio Público,1783 – guache sobre papel

A descoberta das minas de ouro no país, as invasões francesas, a execução de Tiradentes são momentos fortes desse processo e estarão retratados na exposição.

São cerca de 700 peças – incluindo vasta documentação, objetos da época, ilustrações, pinturas, artefatos religiosos e obras de arte contemporânea – de artistas anônimos e aclamados como Mestre Valentim, Adriana Varejão, Guignard, Augusto Malta, Vasco Araújo, Pierre Verger, Carlos Julião, Rugendas e Debret, entre outros.

Francesco Bartolozzi (a partir de desenho de L'Evêque) Departure of His R. H. the Prince Regent of Portugal for the Brazils. the 27 th. nov. 1807, 1815 gravura, água-forte
Francesco Bartolozzi (a partir de desenho de L’Evêque) Departure of His R. H. the Prince Regent of Portugal for the Brazils. the 27 th. nov. 1807, 1815 gravura, água-forte

A mostra ocupará integralmente o terceiro andar do Pavilhão de Exposições, espaço dedicado ao debate de questões relativas à cidade do Rio de Janeiro.

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