Sai o diplomata Celso Amorim e entra a filósofa Márcia Tiburi na candidatura do PT ao governo do Rio, a informação é da Berenice Seara/Extra. É óbvio, claro, ululante que assim como Amorim, Tiburi não tem a mínima chance de vencer a corrida e o que me causou grande surpresa na nota, é ela ter sua residência eleitoral no Rio, visto que é gaúcha e morar em São Paulo.

Mas, sendo verdade, afinal a informação teria sido dada durante uma reunião ontem a noite, 28/5, entre líderes da esquerda no Rio, eles procuram uma união entre os partidos, veem que se não houver uma aliança o próximo prefeito será de direita ou centro-direita. Mas sendo quem são, é claro que nada foi resolvido. E a filósofa, se candidata, deve ser para defender estas bobagens como Lula Livre e Golpe, nada relacionado com os problemas que o estado vive.

Para quem não conhece Tiburi, e imagino seja a maioria ela é é conhecida por obras com reflexões profundas da cena contemporânea e linguagem acessível a um amplo público leitor. Trata sobre temas como política, ética, poder e feminismo. A autora também participou do programa Saia Justa, do GNT.

Ficou mais conhecida pelo livro “Como conversar com um fascista” e por negar conversar com Kim Kataguiri, do MBL.

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