O novo Plano Diretor do município do Rio de Janeiro é um dos assuntos em pauta neste primeiro semestre na Câmara Municipal. Tanto que até quem não integra a comissão do tema, está se movimentando para fazer parte. O vereador Marcio Ribeiro, líder do (AVANTE) na Câmara, é estreante na casa e faz parte da Comissão de Desenvolvimento Econômico e Tributário da cidade, entregou um ofício na última sexta-feira, dia 29, indicando sua participação como integrante da comissão, que tem como participantes os vereadores Jairinho (SDD), Rosa Fernandes (PSC), Jorge Felippe (DEM), Pedro Duarte (Novo), Tainá de Paula (PT) e Rogério Amorim (PSL).

Márcio Ribeiro, que tem sido o nome mais cotado para assumir a Presidência da poderosa Comissão de Orçamento, acredita que o atual momento é de reconstrução da cidade e que a participação dos vereadores em temas importantes para o Rio é fundamental nesse processo:

Temos muitas coisas para fazer para colocar a casa em ordem e não tem como fazer isso sem organizar e fiscalizar política de desenvolvimento urbano, orientando o processo de planejamento do nosso município. Depois de um desgoverno caótico nos últimos quatro anos, é a hora dos 51 representantes da população contribuírem para a retomada do crescimento do Rio. É normal que ocorram visões e ideias conflitantes e, por isso, discutir sobre os objetivos pode ajudar a encontrar soluções que enxerguem mais de um ponto de vista”, conclui Marcio Ribeiro que acredita que a atual gestão do Prefeito Eduardo Paes vai dar conta do recado:

 Os desafios não são poucos nem fáceis, mas tenho certeza que essa nova gestão vai dar conta deste recado e nós vamos conseguir recuperar economicamente nossa cidade, gerando mais empregos e atraindo mais investimentos.”, finaliza o parlamentar. 

A comissão trata da política de desenvolvimento urbano, orientando o processo de planejamento do município, ou seja, ordenando o desenvolvimento da cidade, garantindo seu pleno funcionamento e o bem-estar de seus habitantes. O Plano Diretor é renovado a cada 10 anos, sendo o último feito em 2011. O ponto mais sensível é como enfrentar a desigualdade social entre as regiões.

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