Enrico Euron é atração no XV RioHarpFestival - Foto: Reprodução/Internet

Um verdadeiro salto para a modernidade. Assim expressa-se Sergio da Costa e Silva, criador e diretor do Música no Museu e do RioHarpFestival ante à excelente resposta da sua versão virtual. As circunstâncias o levaram a mudar da versão presencial, antes marcada para o CCBB-Rio e CCBB-SP como nos anos anteriores mas que a pandemia impediu. Do tradicional no mês de maio, 14 versões vitoriosas, um adiamento para agosto era uma incógnita. Mas a Eletrobras apostou e está patrocinando. E o resultado excepcional tudo correndo às mil maravilhas desde a participação de harpistas de 27 países, alguns inusitados e pela primeira vez como País de Gales, Bulgária, Taiwan, Escócia, África do Sul, Equador, República Tcheca, além dos tradicionais da Europa, Américas, Ásia e África, muitos primeiros harpistas das orquestras nacionais de seus países e que estão enriquecendo esta versão virtual.

E os números demonstram este expressivo acerto: cerca de 10 mil acessos por concerto e já nos 3 primeiros dias superando, imaginem, todo o público da versão presencial e hoje registrando mais de 60 mil acessos.

Os harpistas estão postando em suas redes e as Embaixadas e Consulados no Brasil levam ao seu público e na sua mídia a performance de seus conterrâneos. Um sistema perfeito de difundir a cultura brasileira e seu reflexo em um evento que colocou o Brasil no circuito mundial da harpa. Assim, por 40 dias entre Rio e São Paulo, uma volta ao mundo ao som das harpas com todos os seus tipos e sons possíveis desde a música antiga, música medieval ao heavy metal, passando pelo chorinho, tango, jazz, rock, fado, samba, ritmos latino-americanos, japoneses, africanos entre muitos outros.

E o novo modelo certamente será a tônica dos concertos do Música no Museu, já que Sergio da Costa e Silva, no mínimo, certamente gostará de introduzir e versão virtual junto com a presencial daqui para frente.

E assim, o RioHarpFestival e o Música no Museu partem para a modernidade e a programação segue abaixo mas que poderá ser acessada, também, na Rádio Música no Museu, outra grande novidade do projeto que agora transmite on line todas as suas apresentações. E ainda tem a novidade de apresentar-se em setembro em Lisboa e também em Coimbra, participando da comemoração dos 730 anos da Universidade de Coimbra. Se tudo tivesse normal, como em 2019 no XIV RioHarpFestival, estaria, também, em outras cidades de Portugal, Espanha, França, Bélgica, Itália além da Guiana Francesa, Caribe e Nova Orleans. Mas a pandemia reduziu para apenas cidades portuguesas mas segundo Sergio da Costa e Silva, apenas adiou. Esperamos repetir tudo isto em 2021 já no XVI RioHarpFetival com a nova fórmula-desafio que enfrentou nesta sua aposta, principalmente se conseguir conciliar os patrocínios do Banco do Brasil através do CCBB com a Eletrobras seu grande objetivo para dar continuidade aos eventos.

A programação completa do RioHarpFestival está disponível no YouTube, Facebook e Twitter do evento.



Toda manhã o resumo do Rio de Janeiro

Comente

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui