Foto: Reprodução/Internet

A cidade do Rio de Janeiro tem, atualmente, somando as redes privada e pública de saúde, uma média geral de 68,5% de taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Sendo mais detalhista, segundo dados da Associação de Hospitais do Estado do Rio de Janeiro (Aherj) coletados até a última sexta-feira (26/06), são 67% nos hospitais particulares e 70% nos pertencentes ao Sistema Único de Saúde (SUS), considerando as unidades federais, estaduais e municipais presentes na capital fluminense.

Tanto em relação à rede privada quanto à pública, os índices são ”animadores”, haja vista que as ocupações já chegaram, respectivamente, em momentos diferentes, entre maio e junho, a 93% e 90%, correspondendo a uma média de 91,5% de ocupação geral nas UTIs da cidade.

Vale ressaltar que, desde a semana passada, a Aherj está integrando o Subcomitê de Saúde da Prefeitura do Rio de Janeiro, responsável por analisar o retorno das atividades econômicas na cidade e monitorar a situação das unidades hospitalares como um todo.

”Um dos planos é entender como vai acontecer a ocupação dos hospitais privados nos próximos dias. A gente não toma a decisão de abrir ou não reabrir. Existe uma decisão política e uma estratégia que avalia os impactos econômicos. Nós somos responsáveis por fornecer as informações técnicas”, explicou Graccho Alvim, diretor da Aherj.

Graccho, inclusive, diz que retomar e paralisar as atividades tende a se tornar uma rotina no município do Rio nos próximos meses.

”A gente ainda não atingiu um ‘platô’ na curva dos casos. Então, todos os epidemiologistas acreditam que estamos abrindo muito cedo porque não houve uma quarentena de forma correta. Enquanto a gente não tiver um medicamento eficiente ou uma vacina, essa abertura e fechamento constantes deve virar o nosso ‘novo normal”’, afirmou ele.

Segundo o último boletim oficial da Secretaria Estadual de Saúde, divulgado neste domingo (28/06), a cidade do Rio de Janeiro tem 6.393 mortes causadas pela Covid-19 e 56.060 casos confirmados da doença.



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5 COMENTÁRIOS

  1. Temos sempre que estar fazendo isso mesmo, infelizmente os casos ainda não estão diminuindo, precisamos ter algum tipo de estrutura e irmos nos adaptando pra essa nova realidade…Pós quarentena só consigo pensar em fazer a minha parte, ir nas urnas e votar em alguém que de fato represente a população carioca, estamos vivendo tempos difíceis e por isso precisamos mudar. Uma cara nova na política que aja de maneira certa e justa. Glória Heloíza, nela podemos confiar! https://www.youtube.com/watch?v=O7b2jR4WVTw&feature=youtu.be

      • Se você reparar, estão voltando a todo vapor, estados que adotaram a “flexibilização social” estão tendo que fechar tudo de novo e infelizmente, vai acontecer a mesma coisa aqui, pq falta o respeito da população com as medidas de segurança. Em relação a candidata Glória Heloíza, se já estamos no erro, acho não deveríamos continuar, não é? E optar pelo novo seria uma boa sugestão, lhe convido a conhecer a história de vida plausível dessa mulher, certeza que você não vai se arrepender. https://www.youtube.com/watch?v=JAPAYCnzpP0&feature=youtu.be

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