Foto: Marcelo Theobald

O “Feirão de Imóveis SPU+” promovido pelo Ministério da Economia, no Rio possui uma lista com 168 prédios, lotes, apartamentos e terrenos pré aprovados para venda. Embora o número seja menor que os 300 divulgados num primeiro momento pela união, a relação conta com construções históricas da cidade, como o edifício A Noite, o Mercadinho São José e a antiga sede da Ancine.

A ideia do governo é divulgar o mecanismo da Proposta de Aquisição de Imóveis (PAI), criado para facilitar o processo de alienação de unidades federais. Com a nova modalidade, a iniciativa privada precisa demonstrar interesse sobre algum imóvel e, após isso, o governo organizará o leilão. No início do mês, a notícia de que o Palácio Capanema poderia ser vendido causou protestos e mobilizações sociais, culminando no recuo do Ministério da Economia.

No Rio, há 2.264 unidades da União, conforme informou o jornal O Globo. Mas, o feirão terá como foco os 168 imóveis que já estão pré aprovados para a venda. Na lista, maioria são apartamentos, lojas, salas comerciais e até pavimentos de prédios. Edifícios inteiros são poucos. Essas unidades foram selecionadas por estarem ociosas, ou por não apresentarem problemas legais para uma venda.

Dentre os selecionados, há alguns destaques, como o Edifício A Noite, que abrigou a Rádio Nacional, na Praça Mauá, e que já passou por três leilões recentes, mas sem sucesso; o Mercadinho São José, que pertence à INSS, mas funcionou como conglomerado de bares e restaurantes até 2018; antiga sede do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (Iapetec), na Avenida Venezuela; e a antiga sede da Agência Nacional do Cinema (Ancine), na Avenida Graça Aranha.

No feirão, foram montados estandes com informações básicas de cada imóvel, com auxílio da prefeitura. Até o final do ano, o governo federal pretende realizar feirões em outros estados, como São Paulo (SP), Minas Gerais (MG), Rio Grande do Sul (RS), além do Distrito Federal (DF).

3 COMENTÁRIOS

  1. “no Rio” (entre vírgula – ficou faltando uma) lá no primeiro parágrafo.
    “ao INSS” (preposição mais artigo – o) e não à INSS) quarto parágrafo

  2. Tomara que haja um retumbante sucesso! Quanto mais forem vendidos, mais locais no RJ serão disponibilizados ao comércio e à indústria – assim poderão gerar empregos pros fluminenses. Na mão fétida dos governos, os imóveis só geram custos e definham.

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