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A revitalização do porto vai fazer com que uma das fábricas mais conhecidas do Rio de Janeiro se mude, afinal não é o melhor local para uma indústria. O Moinho Fluminense, que funciona no local desde 1887 e tem alvará de funcionamento dado pela Princesa Isabel, produz a farinha que abastece praticamente todas padarias cariocas, vai dar lugar a um dos maiores complexos de escritórios e lojas do Porto, é o que informa o Radar/Veja.

O total investido vai ser de cerca de R$ 1 bilhão, capitaneado por um grupo montado pela Vinci Partners. Só o imóvel, de acordo com fontes do mercado imobiliário, custou cerca de R$ 250 milhões, mas o retorno deve ser alto, o projeto, que deve ser entregue a um arquiteto estrangeiro, englobará os cinco atuais prédios do moinho – todos eles tombados – e mais duas torres que serão construídas num espaço do terreno que hoje é usado para estacionamento. Um total de 100 000 metros quadrados de salas.

A Bunge, multinacional dona do Moinho Fluminense, já está fechando a compra de outro terreno para erguer um novo moinho.

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