Não vou entrar aqui no mérito da questão, mas sim no grande problema de quem está acostumado a campanhar proporcionais (Legislativo, exceto Senado) e entra em uma campanha para o majoritário (Executivo e Senado). Enquanto na primeira pela enorme número de candidatos e uma menor taxa de concorrência, os candidatos acabam não se importando muito com os outros que querem a mesma vaga. Entretanto, quando um destes tenta ir para o majoritário tem de se acostumar com o fato que os outros candidatos vão procurar sua vida com uma lupa.

E é o que está acontecendo com Alessandro Molon (PT) que, como o Gabeira (PV), tende a fazer uma campanha em que mostraria como maior qualidade o fato de ser honesto (o que para mim é obrigação do homem público e não uma qualidade, fazer isso só serviria para encobrir imperfeições administrativas). Pois bem, hoje o ex-blog do Cesar Maia, trouxe a notícia de que Molon, apesar de declarar um patrimônio de Zero Reais, teria doado, em 2006, 16 mil e 400 Reais para sua própria campanha.

Bem, a eleição está esquentando… e muito!

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