Imagem meramente ilustrativa - Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Por conta dos problemas de abastecimento e dos locais com água com cheiro e gosto alterados, o Ministério Público e a Defensoria querem que a Justiça determine à Cedae que ofereça um desconto de 25% na conta de água das pessoas abastecidas pelo Guandu pelo período em que permanecem os problemas. A informação é do jornal O Dia.

Os órgãos pedem que a companhia seja obrigada a apresentar, em até três dias corridos, plano para a regularização do abastecimento de água proveniente do Guandu, incluindo cronograma para normalizar o abastecimento da água tratada.

A Defensoria e o MP também querem que a Cedae apresente a relação das ouvidorias relatando falta de água e desconformidade dos padrões de potabilidade, além de um relatório de atendimento, incluindo as informações relacionadas ao tempo de resolução e providências adotadas, no prazo de 48 horas. O objetivo é que a partir destas informações seja possível, dentre outras medidas, estabelecer a exata extensão da multa a ser posteriormente executada. Os pedidos foram realizados nesta quinta-feira (04/02).

Ao jornal O Dia, a Cedae informou que as ações adotadas conseguiram diminuir sensivelmente a concentração de geosmina. A companhia diz que a geosmina pode ser percebida pelo olfato humano mesmo em concentrações baixíssimas e não tem valor de referência na portaria de potabilidade de água por não causar danos à saúde e pode ser consumida sem riscos.

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