MPRJ apresenta propostas ao Governo do Estado para reduzir mortes em operações policiais

As sugestões foram encaminhadas pelo procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos, ao Instituto de Segurança Pública, em atendimento a uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin

Foto: Marcia Foletto / Agência O Globo

O Ministério Público do Rio apresenta ao Governo do Estado um conjunto de propostas para reduzir números relacionados a mortes durante operações policiais.

As proposições foram encaminhadas pelo procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos, ao Instituto de Segurança Pública (ISP), em atendimento a decisão de Edson Fachin, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que exigiu a participação do MPRJ, da Ordem dos Advogados do Brasil e da Defensoria Pública do Rio na formulação de um plano do governo estadual para a redução da letalidade Policial.

“A questão central não parece ser apenas analisar como as ações policiais são realizadas nesses territórios, mas, sobretudo, a avaliação da própria escolha destas como o principal instrumento da política de segurança pública nessas áreas.”, diz o documento, referindo-se a territórios ocupados pelo crime organizado violento, com grande densidade demográfica e com riscos da ocorrência de mortes de civis e agentes policiais.

Entre as propostas, o MPRJ sugere que toda ação policial que tenha como resultado mortes ou lesões tenha pontos como o cumprimento dos protocolos operacionais e demais normas e procedimentos de cada instituição analisados, e que esses relatórios sejam encaminhados trimestralmente a entidades como o Conselho Estadual de Segurança Pública.

Para ler as propostas na íntegra, acesse a Manifestação do MPRJ.

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3 COMENTÁRIOS

  1. Nem precisei externar minha indignação, já fizeram isso por mim kkkkkkk mas só para não perder o ensejo: do ar condicionado é fácil falar sobre segurança pública, agora, quando tem disparo de fuzil passando ao seu lado e sua munição acabando ou armamento travando, é um pouco difícil rsrs..

  2. Eu tenho uma sugestão: troquem os papéis: os servidores públicos do MPRJ vão pras favelas e pras ruas do RJ para defender a população com armas em punho. E a PMERJ vai pros escritórios do MPRJ para fazer as funções do ministério público.

  3. da proxima vez que fizer a incursão leva 2 representante de cada orgão inclusive o ministro faquim dentro de um caveirão blindado para apreciação deles… não esqueça tambem 2 representante dos direitos humanos….

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