Live “Saravá, Jongo, Saravá – Pontos de luta e resistência”. Imagem: Divulgação.

O Jongo é um local de encontro, criação, identidade e luta política, e no bate-papo virtual serão abordados seus caminhos atuais. Em 2005, a Unesco, em sua Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, reconheceu o Jongo como Patrimônio Cultural Brasileiro.

Participarão da conversa Maria de Fátima da Silveira Santos, liderança do Jongo de Pinheiral (RJ); Jussara Adriano de Souza, jovem quilombola e integrante do Jongo do Bracuí (Angra dos Reis, RJ); Elaine Monteiro, coordenadora do Pontão de Cultura do Jongo/Faculdade de Educação UFF, e Martha Abreu, professora do Instituto de História da UFF e pesquisadora da cultura afro-brasileira.

Este projeto foi contemplado pelo Edital Fomento a Todas as Artes, da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro com recursos da Lei Aldir Blanc do Governo Federal, e conta com o patrocínio da Vale, do Itaú e do BNDES por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

O Museu do Pontal se prepara para a inauguração de sua nova sede, na Barra da Tijuca, prevista para julho de 2021. Com o novo espaço, em um terreno de 14 mil metros quadrados, próximo ao Bosque da Barra, o Museu do Pontal amplia seu raio de atuação e programação, e se constitui em um dos mais relevantes equipamentos de arte e cultura da Zona Oeste e da cidade do Rio de Janeiro, promovendo ainda projetos sociais, ambientais e educacionais. O novo Museu do Pontal está voltado para uma área verde, e vista privilegiada para a Pedra da Gávea e outras montanhas que fazem parte do Gigante Adormecido (que se estende por 20 quilômetros, até o Pão de Açúcar).

SERVIÇO
“Saravá, Jongo, Saravá – Pontos de luta e resistência”
Quando:
Segunda-feira, 29/03/2021, às 17h
Onde: Canal do YouTube do Museu do Pontal



Toda manhã o resumo do Rio de Janeiro

Babi Wentz
carioca, estudante de Letras na UFRJ. Nascida numa segunda-feira de carnaval, se apaixonou muito cedo pela arte das Escolas de Samba. Moradora da Taquara, é Zona Oeste desde os onze anos; não dispensa um passeio pelo Centro, uma ida ao Parque de Madureira, uma volta pela Cidade das Artes ou qualquer outro evento que consiga ir. Gosta de teatro e música, às vezes se arrisca nessas áreas. Também é pseudônimo de Bárbara de Carvalho.

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