Niterói terá parque natural no Morro do Morcego, em Jurujuba

A Prefeitura afirma que o objeto do parque natural é fomentar o turismo na região, o lazer e gerar empregos aos niteroienses

Foto: Prefeitura de Niterói

Na quinta-feira, (14/07), foi publicado no Diário Oficial do Município, pela Prefeitura de Niterói, sobre a desapropriação de dois imóveis localizados no Morro do Morcego, em Jurujuba, na Zona Sul. Com isso, os niteroienses vão ganhar mais um Parque Natural Municipal na região.

O município ainda formou uma comissão formada por técnicos de várias áreas da Prefeitura e representantes da sociedade civil com o objetivo de planejar como será o Parque Natural Municipal do Morro do Morcego.

Axel Grael, prefeito de Niterói, destacou que o Morro do Morcego é uma presença marcante na paisagem da cidade. Em transmissão ao vivo pelas redes sociais da Prefeitura, Axel afirmou que o objetivo é criar no local uma estrutura com Centro de Visitantes, restaurante e pontos de observação de uma paisagem reconhecida pela Unesco como patrimônio da humanidade.

O prefeito enfatizou que a belíssima vista a partir do Morro do Morcego precisa ser utilizada para o turismo e desfrutada pela população de Niterói.

“Essa iniciativa vai ser muito importante para a gente fortalecer a vocação de turismo e ecoturismo de Niterói, e também por valorizar espaços para a população fazer o seu lazer, o seu passeio. Com isso, vamos atingir um dos nossos principais objetivos que é gerar emprego, gerar oportunidades de trabalho para melhorar a qualidade de vida dos moradores”, completou Grael.

A comissão formada para planejar o Parque Natural Municipal do Morro do Morcego será liderada pelo secretário municipal de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade, Rafael Robertson.

O secretário disse que o futuro parque será uma conquista para a cidade. “Além da questão ambiental, vamos dar à população a oportunidade de vivenciar uma joia da cidade que antes estava restrita às imagens aéreas. Um parque preservado é um parque utilizado. Eles são feitos para a população. O meio ambiente deve ser aproveitado, vivido, na mesma medida em que tem que ser respeitado”, disse Robertson.

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