O Rio de Janeiro precisa de um banco de peleO Rio de Janeiro está sediando megaeventos e precisa estar preparado para atender, com rapidez e eficiência, a eventuais demandas de incidentes com grande contingente de público, o que inclui infraestrutura para atendimento adequado a queimados. Encaminhei à prefeitura, por intermédio da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil, um projeto para criação de um Banco de Pele na cidade. Atualmente, o Brasil conta com três bancos de pele localizados em Pernambuco, São Paulo e no Rio Grande do Sul.

A constituição do banco pode reduzir as sequelas de queimaduras e agilizar a cura de doenças provocadas por acidentes com fogo. Trata-se de um investimento de baixo custo, tanto de instalação quanto de manutenção, se comparado aos inúmeros benefícios. Além de salvar vidas e amenizar o sofrimento dos pacientes, o banco de pele pode reduzir sequelas, tempo de internação, gastos com medicamentos e com pessoal especializado.

O trágico incidente no Sul do país, que levou à morte de centenas de jovens em um incêndio numa boate, trouxe à tona a urgência de o país contar com mais unidades de bancos de pele. Em uma cidade como o Rio de Janeiro, com uma forte economia relacionada à indústria do entretenimento e de megaeventos – que tem como característica reunir grandes quantidades de pessoas em áreas com muitos equipamentos elétricos -, são elevados os potenciais de riscos de incidentes com fogo.

29 anos, advogado, é o mais jovem eleito para a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, na qual é membro da Comissão Permanente de Justiça e Redação. Presidiu a Atlética de Direito, o Centro Acadêmico de Direito e o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da PUC. Foi um dos criadores do Movimento Ficha Limpa e, atualmente, preside a Juventude Progressista. É pós-graduado em Direito Fiscal pela PUC-Rio e cursa pós-graduação em Administração Pública na FGV e Gerência e Gestão de Projetos na UFRJ.

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