Praia de Copacabana - Réveillon 2015 - Rio de Janeiro - Brasil - Foto: Alexandre Macieira | Riotur

A taxa de ocupação dos hotéis na capital fluminense para o Réveillon 2020, no período de 28 de dezembro a 1º de janeiro, já atinge 87%. É o que aponta a pesquisa do Hotéis Rio, que representa o setor na cidade do Rio de Janeiro. Na prévia anterior, divulgada no início deste mês, a média estava em torno de 75%, o que representa um incremento de 12 pontos percentuais de reservas confirmadas. Para aproveitar as festas e a alta temporada, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo, lançou uma campanha promocional, onde os atrativos turísticos são apresentados.



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O Rio de Janeiro vive um novo momento. As múltiplas possibilidades de agradáveis destinos fluminenses estão mais visíveis ao público nacional e internacional. Todos profissionais do turismo estão mais organizados para receber os visitantes – disse o secretário de Turismo, Otavio Leite.

De acordo com o levantamento, a maior parte dos turistas nacionais que virão à capital para os festejos de fim de ano é de origem de São Paulo, seguido por Minas Gerais. Já os de origem estrangeira, os argentinos lideram a lista, seguidos pelos chilenos, norte-americanos e portugueses.

As regiões de Ipanema/Leblon e Copacabana/Leme são as mais procuradas, com 89% e 87% dos quartos ocupados, respectivamente; seguidas de Barra da Tijuca/São Conrado e Flamengo/Botafogo, com 85%, cada; e Centro, com 83% de ocupação.

Em 2019, taxa cresce 21%

Entre os meses de janeiro e novembro de 2019, a ocupação hoteleira no Rio de Janeiro cresceu 21,97%, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), com relação ao mesmo período de 2018. O Governo do Estado, desde o início do ano, tem trabalhado na promoção do estado nacional e internacionalmente. As secretarias de Turismo e de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais montaram um plano de ação e, entre as iniciativas, estão a captação de novos voos para o Rio de Janeiro, a negociação com empresas de lowcost (baixo custo), o acerto do programa stopover (parada entre um destino e outro) com diversas empresas e a conquista da redução do ICMS/QAV.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, Lucas Tristão, o turismo tem pleno potencial para alavancar a retomada econômica do estado.

Diferentes setores da economia, como o hoteleiro, o comércio, o transporte urbano, bares e restaurantes, são impactados pelo turismo, que é um grande gerador de empregos: chega a criar 20 vezes mais postos de trabalho a cada real investido do que os setores tradicionais – observou o secretário Tristão.

Presença em feiras do setor

A Secretaria de Turismo esteve presente em nove feiras nacionais e sete internacionais. Entre os eventos no país, destaque para a retomada do Salão do Turismo, realizado de 22 a 25 de agosto, no Píer Mauá, após seis anos de interrupção. O evento, realizado em parceria com a Fecomércio, teve investimento de R$ 1,4 milhão do Estado e recebeu mais de 40 mil pessoas. Já no exterior, a WTM – World Travel Market, que aconteceu em Londres, de 4 a 6 de novembro, foi um marco. Pela primeira vez, o Rio de Janeiro esteve representado em uma das maiores feiras do mundo no segmento com um estande próprio.

Para agilizar a captação de eventos e feiras, a pasta do Turismo também estruturou outra ação: a Declaração de Apoio Oficial do Governador. O documento facilita, dentre outros, o acesso à infraestrutura de serviços públicos, sob gerência do governo estadual. Até o momento, já foram emitidas 200 cartas.

Impacto econômico

De acordo com estudo da Fundação Getúlio Vargas, se o Rio de Janeiro ampliar em 20% o turismo interno, o impacto econômico para a cidade será de cerca de R$ 6 bilhões, além da geração de 170 mil novos empregos. Como referência, o carnaval gera um impacto econômico de cerca de mais de R$ 3 bilhões, o Réveillon, cerca de R$ 2 bilhões, e eventos como o Rock in Rio, de R$ 1,7 bilhões.

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