ONG Cinema Nosso - Foto: Divulgação

No dia 19 de junho de 1898, o cineasta italo-brasileiro Afonso Segreto realizou as primeiras imagens em movimento do Brasil, a bordo de um navio francês registrando a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Desde então, muitos movimentos marcaram o audiovisual brasileiro, como a Chanchada, o Cinema Novo e o Cinema Marginal, que refletiam nas telonas a historicidade do povo brasileiro e o contexto político da época. Para celebrar o Dia do Cinema Nacional e os 20 anos de existência da ONG Cinema Nosso, a instituição vai realizar uma live em seu canal do Youtube, no dia 21/06, abordando sua trajetória junto à produção do audiovisual brasileiro. O evento terá a participação de Kátia Lund, diretora do filme Cidade de Deus, do ator Matheus Nachtergaele, de Mércia Brito e Luis Lomenha, diretores do Cinema Nosso.

No ano 2000, a partir do processo de seleção de elenco para o filme “Cidade de Deus”, o Cinema Nosso era informalmente constituído, então sob o nome “Nós do Cinema”. Após o lançamento, sete lideranças de periferia decidem fundar a primeira escola popular de audiovisual do Rio de Janeiro. O Cinema Nosso é uma organização sociocultural com foco na formação audiovisual e de novas tecnologias, com projetos voltados para os seguintes públicos: infância e adolescência; juventude, com o recorte de gênero e raça; e acessibilidade. 

A organização, ao longo de sua trajetória, trabalha para proporcionar experiências culturais e de inclusão para a produção de narrativas juvenis, fomentando a cadeia produtiva do audiovisual no Rio de Janeiro. Tendo como missão “ampliar o universo estético e cultural através da formação audiovisual com inovação e novas tecnologias gerando impacto social”, o Cinema Nosso é reconhecido como uma das maiores escolas populares de audiovisual na América Latina, com mais de 5.000 jovens formados em seus cursos. 

SERVIÇO:
Data: 21/06
Onde: Canal do Youtube do Cinema Nosso
Horário: 19h
Participantes: Kátia Lund, Matheus Nachtergaele, Mércia Brito e Luis Lomenha.

carioca, estudante de Letras na UFRJ. Nascida numa segunda-feira de carnaval, se apaixonou muito cedo pela arte das Escolas de Samba. Moradora da Taquara, é Zona Oeste desde os onze anos; não dispensa um passeio pelo Centro, uma ida ao Parque de Madureira, uma volta pela Cidade das Artes ou qualquer outro evento que consiga ir. Gosta de teatro e música, às vezes se arrisca nessas áreas. Também é pseudônimo de Bárbara de Carvalho.

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