Os Dois Rios: Do Cristo Redentor ao Deus me livre

Já faz tempo que o Rio de Janeiro são dois. O Rio das belezas naturais e o do caos urbano. O do morro e o do asfalto. O da praia e o do subúrbio.

Há também a divisão do Rio do cartão-postal e o Rio do boletim de ocorrência, que se expressa novamente, dessa vez na Lapa.

Enquanto turistas do mundo todo – que trazem recursos, alegria e fama internacional para a cidade – querem tirar suas fotos com o novo painel RioAmaLapa ou tomar chopinho em um dos bares da região, precisam também tomar muito cuidado com os perigos que rondam os Arcos, a Escadaria Selarón, o Circo e a Fundição.



Todos atentos. Cariocas de nascimento, de alma e de passagem sabem que a selfie vale muito, mas o smartphone vale mais. Isso prejudica o cotidiano, a arrecadação dos governos e a geração de empregos diretos e indiretos. Além da imagem do Rio no resto do Brasil e no exterior.

O Centro Presente ajudou bastante, reconheça-se, mas ainda há muito o que fazer. Alô Crivella e Witzel! O último disse que em seu governo o turismo seria o “novo petróleo”. Garantir a segurança da Lapa seria um bom começo.

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