Eduardo Paes, prefeito do Rio Foto: Reprodução

Após os motoristas do BRT entrarem em greve na madrugada desta segunda-feira, o prefeito Eduardo Paes (Democratas) afirmou em entrevista ao jornal Bom Dia Rio, da TV Globo, que não irá ceder à pressão. A Prefeitura realizará na parte da tarde, reunião com a secretária municipal de transportes, Maína Celidônio para definir as medidas que serão adotadas. Motoristas e operadores do sistema também devem participar do encontro.

O prefeito enfatizou esperar que negociações aconteçam com ônibus nas ruas, para que população não seja prejudicada fez um apelo para que os grevistas retornem aos postos de trabalho. De acordo com o Paes, a pressão não irá ajudar neste momento.

“O que não vai funcionar comigo é parar para fazer pressão. Aí não vai funcionar realmente. Não vai dar certo. Muito pelo contrário. Pode ser que, por parte da Prefeitura, haja um endurecimento da negociação. Mas a negociação há, como sempre. A gente entende que há um desequilíbrio, uma queda de passageiros. Mas a gente entende também que há um conjunto de equívocos, de abandono do sistema por parte de quem tinha a responsabilidade de cuidar”, afirmou Paes.

Há 1 mês do início do seu terceiro mandato como prefeito da cidade, Paes pediu desculpas à população pelo transtorno e não descartou a possibilidade de recorrer a Justiça do trabalho para resolução da questão.

Paes ainda esclareceu que a prefeitura tem uma limitação na interferência que podem fazer sobre o BRT, pois não possui recursos e por questões administrativas. De acordo com o prefeito espera-se que a paralisação não conte com a participação de empresários de ônibus para pressionar o poder municipal. Neste caso, Paes enfatizou que se constatado tal dato, poderá ocasionar a cassação da concessão.

“O plano de contingência depende que o sistema de ônibus normal coloque mais ônibus nas ruas. Este acordo com feito pela secretária de transportes desde o dia de ontem, quando começamos a ouvir os rumores de uma possível paralisação”, explicou o prefeito.

Costa do mar, do Rio, Carioca, da Zona Sul à Oeste, litorânea e pisciana. Como peixe nos meandros da cidade, circulante, aspirante à justiça - advogada, engajada, jornalista aspirante. Do tantã das avenidas, dos blocos de carnaval à força de transformação da política acreditando na informação como salvaguarda de um novo tempo: sonhadora ansiosa por fazer-valer!

2 COMENTÁRIOS

  1. Todos já sabem que o sistema do BRT não funciona e não vai funcionar no Rio de Janeiro. O que se deveria fazer nos corredores preparados para funcionamento do BRT é transformá-los para receber o metrô de superfície, pois além de ser mais seguro e confortável, poderá ser utilizado por um maior número de pessoas, que com certeza deixarão seus carros em casa e utilizarão o meio de transporte com maior frequência. A Avenida Brasil por exemplo, já se encontra em obras a mais de 10 anos para receber um BRT falido. quanto dinheiro se investiu para nada? Se o governo não tem como arcar com os trens, que abra licitação com empresas estrangeiras para assumirem o trabalho. Isso sim seria um marco na atividade de qualquer prefeito ou governador de estado.

    • Verdade. Transporte de massa é trem, não é ônibus, mas a gente sabe como o nervosinho trabalha, né? As empresas de ônibus entupiram o nervosinho de $$$$$$$ para aceitar esse monstrengo, todo mundo sabia que não daria certo, fora que tinha aumento nas passagens todo ano, mesmo sem os empresários comprovarem qualquer prejuízo. Além disso, gastaram BILHÕES em obras não terminadas, o resultado está aí pra todo mundo ver. Da mesma forma o trenzinho VLT nada-nenhum no centro, destruíram o comércio, milhares de lojas fecharam, o nervosinho arrasou o centro da cidade com essa mania de fechar o comércio local maravilhoso pra substituir por botequins para bêbados, boêmios e sambistas. Basta a gente lembrar quem foram os secretários de transporte do nervosinho, tem de negociante de gado a locutor da CNN, ninguém entendia NADA de transporte, era tudo à base de $$$$$$$$$$.

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