Eduardo Paes, prefeito do Rio - Foto: Reginaldo Pimenta/Agência O Dia

Após sucessivos atritos com o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente Bolsonaro, Eduardo Paes (PSD) se viu meio a um clima de tensão para manifestações do dia 7 setembro. O Prefeito do Rio, porém, não se intimidou, nem mesmo com a recente fala de Jair Bolsonaro, afirmando que pode jogar fora das quatro linhas da Constituição e que a manifestação será um ultimato a Luís Roberto Barroso e a Alexandre de Moraes. Ao podcast da jornalista Malu Gaspar, Paes disse que o protesto “não vai dar em nada.

A expectativa do chefe do executivo municipal é de que não ocorram grandes repercussões políticas das manifestações que, segundo os bolsonaristas, prometem agitar o país no feriado da Independência.

“Posso estar absolutamente cego, equivocado”, afirma ele. “Mas a minha impressão é de que não vai ter nada. Vai ter uma cota grande de irresponsáveis, que defendem teses estapafúrdias, golpe militar, AI-5. Nem eles sabem do que estão falando, essa é a verdade”.

Para o Prefeito bolsonarismo está cheio de “doidinhos”, “uma parcela de gente inculta absurda, com quem não vale a pena perder tempo“.

8 COMENTÁRIOS

  1. Concordo! Todos vocês estão certos. Eu votei no Crivella, para me livrar do Freixo.
    Depois votei no Paes para me proteger do Prefeito zero, Crivella. No Bolsonaro eu votei finalmente, com prazer. Freixo, Crivella e Paes nunca mais.

  2. É um absurdo o Paes Palho se portar indignamente desta forma. Idéia absurda é a idéia dele de carnaval fora de época em Paquetá. Se o povo quer se reunir e manifestar-se dias 07 e 12 de setembro, a função dele é montar a infraestrutura necessária para dar conforto e segurança aos cidadãos – e para isto que ele é bem pago para fazer. O Paes Palho não recebe o salário para dar opiniões.

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