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Durante uma live em seu perfil no Instagram, o prefeito eleito do Rio, Eduardo Paes (DEM), afirmou que espera começar a imunização contra o coronavírus no município em janeiro do ano que vem. Ele disse ainda que na próxima semana dará mais detalhes sobre o que planeja em relação ao combate à pandemia.

Se Deus quiser, em janeiro, a gente começa a vacinar. Vamos priorizar pessoal da Saúde, priorizar servidor da Educação para que a gente possa voltar a ter aula para as nossas crianças”, ele afirmou.

Falando sobre medidas de combate e prevenção à Covid-19, Paes descartou um lockdown e defendeu o “auto lockdown”. Ele destaca que o vírus voltou com força, mas que não há mais espaço para uma paralisação total, como um lockdown. Para se prevenir, ele afirma que as pessoas têm que ter compreensão e ficar em casa, especialmente as pessoas mais velhas.

Não acredito que a gente conseguirá lockdown e essas coisas, acho que não tem mais espaço para isso. Mas as pessoas têm que ter compreensão. Pessoas mais velhas, essas têm que fazer o seu auto lockdown, não dá pra ficar sassaricando por aí. Tem que ficar em casa.

Paes afirmou ainda que pretende trabalhar em conjunto com o governador em exercício Cláudio Castro e o presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, “não importa se as pessoas gostam ou não gostam”, trabalhar em parceria é obrigação e responsabilidade.

Na última terça-feira (15/12), o prefeito eleito se reuniu com o presidente. Durante a live, Paes afirmou que eles conversaram sobre a imunização contra o coronavírus. Ele destacou que todos têm uma expectativa muito grande de que esse plano nacional de imunização vá em frente.

Paes também disse que o “tempo está muito apertado” para a transição. Ele citou que geralmente esse processo leva cerca de dois meses e, agora, está acontecendo em três semanas.

“O tempo está muito apertado para essa transição, mas o fato de a gente conhecer a prefeitura bem, saber os espaços, isso permite que a gente tenha mais agilidade, apesar do enorme desafio. De novo: não preciso nem dizer a situação que a gente está encontrando. Quero repetir aqui algo que eu tenho dito: nós não vamos ficar aqui perdendo tempo reclamando do passado, do Crivella, porque a população decidiu que o Crivella tinha que ir para casa no último dia 29 de novembro. Então, nosso papel é assumir a prefeitura e cuidar que a gente olhe para frente”, ele disse.

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