Cidade do Rock 2017 - 24.09 - Foto: Gabriel Monteiro | Riotur

Esse Rock in Rio 2019 está uma verdadeira homenagem às outras edições, em especial a primeira de 1985, a organização que já divulgou os shows de 4 de outubro, incluindo Iron Maiden e do Scorpions que estavam lá quando os Medinas colocaram o Rio de Janeiro no circuito mundial de show, agora também virá com Os Paralamas do Sucesso, que também estava lá 33 anos atrás. Será a quarta vez que a banda se apresenta no Rock in Rio (1985, 2011 e 2015). A data da apresentação será anunciada em breve.

Eles vieram para uma conversa e somente o empresário deles, o Zé Fortes, sabia que faríamos o convite. Em 1985, eram três meninos com 200 mil pessoas na frente, sem equipamentos e com um cenário quase inexistente. Mal subiram ao palco, rapidamente dominaram o público. Os Paralamas do Sucesso fazem parte do DNA do Rock in Rio e se destacam até hoje pelo talento. Eles vieram para ficar e atravessam o tempo com o mesmo vigor”, conta Roberto Medina.



Imediatamente após o convite, a banda disse o esperado sim. Com um clima bem intimista, Os Paralamas do Sucesso contaram os bastidores do show que marcou definitivamente a carreira deles.

A gente nasceu no Rock in Rio, o Brasil nos conheceu ali. Foi incrível fazer parte da primeira edição. O show foi lendário. Nosso som foi perfeito e todo mundo curtiu muito. Foi uma vitrine para o nosso trabalho. Nós estamos muito felizes com o convite”, comemora Bi Ribeiro, o baixista da banda.

Foto: Bléia I i hate flash

Com a mesma formação original, os meninos, que em 1985 tinham apenas 23 anos, seguem fazendo sucesso. Para Herbert Vianna, vocalista e guitarrista, a admiração e as trocas mútuas entre os integrantes são traduzidas nas canções, que contagiam muita gente.

Temos a sensação de estarmos voltando para casa. Somos os mesmos três e vamos viver a mesma emoção de quando subimos a primeira vez no palco do Rock in Rio. Em 1985 sentimos muita confiança. Era um show que já tinha sido insistentemente testado, mas nada comparado a um público de 200 mil pessoas. Quando vimos a nossa música contagiando o público, foi surpreendente”, conta Hebert, que aproveitou a visita ao escritório para afinar a guitarra usada por ele no show de 1985 e dada de presente ao festival.

O baterista João Barone define a apresentação no Rock in Rio como porta de entrada da banda não só no Brasil, mas também no mundo, principalmente na América do Sul.

Na plateia de 1985 tinha gente de vários países da América do Sul e a partir desta vitrine que foi o Rock in Rio nós começamos a nos apresentar no mundo. Nos tornamos a banda que tocou no Rock in Rio e isso foi incrível”, relembra Barone.

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