Terraço do Parque Lage - Foto: Carolina Belo/Viajar Correndo

A visitação ao Palacete do Parque Lage, no Jardim Botânico, passa, a partir desta sexta-feira 26/02, a ser feita através de agendamento online. O acesso à construção histórica, sede da Escola de Artes Visuais vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, continua gratuito, porém mais controlado por conta da prevenção contra a Covid-19.

A entrada pelo portão principal do Parque Lage permanecerá livre, assim como a visitação pela área verde, mas na entrada do Palacete será solicitada a apresentação do ingresso – digital ou impresso. Quem estiver pelo Parque e não tiver feito previamente o agendamento online, ainda poderá fazê-lo na hora da visitação, a depender da disponibilidade de vagas.

O Parque Lage é um grande exemplo de retomada das atividades que vem dando certo, seguindo todos os protocolos, garantindo segurança para o público e os profissionais que lá trabalham. Poder proporcionar mais conforto e comodidade para a população que visita o Palacete histórico é fundamental para mostrar que o estado do Rio está cuidando verdadeiramente da vida das pessoas e pensando na volta das ativações culturais, afirma a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.

Desde o início da pandemia, o Parque Lage e a EAV cumprem as normas de conduta e prevenção decretadas no estado do Rio de Janeiro. O agendamento online é uma nova medida que reforça práticas como a aferição de temperatura dos visitantes, o condicionamento da entrada e permanência ao uso de máscara que cubra o nariz e a boca, o oferecimento de álcool-gel 70% e de sinalizações que promovem uma circulação mais segura, assim como a higienização frequente do local.

Além de uma vasta área verde, composta por 52 hectares da terceira maior floresta urbana do mundo, e do histórico Palacete – construído em 1929, como um presente do empresário Henrique Lage para sua esposa, a cantora lírica Gabriela Besanzoni –, o Parque Lage é conhecido por reunir arte, lazer e cultura. Durante esse período de isolamento social, ele tem sido um refúgio para os cariocas em busca de diversão e segurança.



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Babi Wentz
carioca, estudante de Letras na UFRJ. Nascida numa segunda-feira de carnaval, se apaixonou muito cedo pela arte das Escolas de Samba. Moradora da Taquara, é Zona Oeste desde os onze anos; não dispensa um passeio pelo Centro, uma ida ao Parque de Madureira, uma volta pela Cidade das Artes ou qualquer outro evento que consiga ir. Gosta de teatro e música, às vezes se arrisca nessas áreas. Também é pseudônimo de Bárbara de Carvalho.

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