Foto: Prefeitura do Rio

Nesta segunda-feira, 01/07, parte do Parque Olímpico parou de funcionar. Algumas arenas estão sem gestão definida. O contrato com a autarquia federal que cuidava do parque terminou, por decreto, e ainda não tem outra empresa para substituir. Desde a assinatura do contrato, em 2017, já estava previsto que ele se encerraria em 30 de junho de 2019.

A autarquia de Gestão do Legado Olímpico (GLO) era responsável pelas arenas cariocas 1 e 2, pelo Centro de Tênis e pelo Velódromo, e fazia cerca de 14 eventos por mês.

Até o momento, o governo federal, que pretende criar um novo órgão, ainda não apresentou nenhum planejamento para a administração do espaço. O Parque Olímpico vem recebendo frequentes eventos (inclusive o Rock in Rio) e também recebe aproximadamente mil crianças em sete projetos sociais.

A Gestão do Legado Olímpico (GLO) tinha 65 cargos comissionados e um orçamento de R$ 65 milhões previstos para este ano.

Veja o Acréscimos, programa de debate esportivo do Diário do Rio

3 COMENTÁRIOS

  1. […] Recursos públicos – Conforme dissemos e afirmamos, haverá sim, recursos públicos vultosos a serem gastos pelo poder público – em terras urbanas, com índices construtivos. Um bairro inteiro, à semelhança do que foi feito no negócio do Parque Olímpico da Barra da Tijuca. Ali, mais de 70% das terras foram privatizadas para o Consórcio Rio Mais (Odebrecht, Carvalho Hosken e Andrade Gutierrez), e o restante da parte pública – as Arenas – pararam de funcionar esta semana e estão abandonadas. […]

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