Foto:Cleomir Tavares/ Diario do Rio
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A rede é uma balada musical com refrão.

Vende-se  a imagem da felicidade em várias prestações, revela-se mau gosto, desgosto, rudeza e intimidade. Muitas vezes leiloam a privacidade em troca de números e escaladas.

Sabemos bem de tudo de maléfico que recebemos na bandeja diariamente pelo Instagram, Facebook ou Twitter e raramente somos capazes de recusar. Há mal e ele vicia. Há descontentamento e infelicidade por entre tantas poses e efeitos, mas não deixamos de espiar ou seguir, muitas vezes. Faz mal e nos vicia.

Agora, imaginem todos os compartilhamentos, viralizações (boas e ruins) ou cancelamentos juntos num mesmo saco – um saco de boas intenções e vibrações.

Sim, a internet pode ser um lugar de ultra energias super potentes juntas e misturadas.

Assim estamos vendo a corrente de orações, a torcida e todas as energias de cura para Paulo Gustavo, o carioca da cidade sorriso ou o niteroiense enraizado na cidade maravilhosa. Tanto faz, segundo Eduardo Paes, Niterói e Rio é uma extensão só.

Paulo Gustavo encontra-se hospitalizado, no CTI, em estado grave, e, através de sua família e amigos, vem mobilizando muitas pessoas que sintonizam suas energias e rezas num mesmo horário em prol da cura de Paulo Gustavo.

Seja de que religião for, seja de que fé for, os pensamentos estão em comoção e elevação convergindo para um só ponto – Paulo Gustavo.

Ele merece cada prece, cada pensamento, cada risada de seus personagens, cada lágrima e cada mobilização, mas lembrem-se, esse rastilho de pólvora de amor e fraternidade, só foi possível no timing necessário, pela existência das redes sociais.

E se não bastasse a grandeza dessa onda de luz, é pelas redes sociais que todos nós que o queremos bem, temos notícias dele, mesmo tendo que esbarrar em amargas fake news sobre sua saúde.

Por tudo isso e mais um pouco, reconheço o lado bom das redes sociais. Elas podem operar milagres.

Nem só de horrores vivem as redes sociais.

Paulo Gustavo provocou  um conduíte de compaixão nas redes de fotos, filtros, superficialidades, selfies, lives e cancelamentos.

O amor sobreviveu nas redes sociais.

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