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Formado em 2000, o Sururu na Roda é um dos grandes grupos de samba do Rio de Janeiro. O Sururu, apesar da pouca idade, é um símbolo de resistência musical.

Fabiano Salek (voz e percussão), Nilze Carvalho (voz e cavaquinho) e Silvio Carvalho (voz e percussão) compõem o grupo que começou na universidade Unirio, em uma matéria chamada prática de conjunto.

Entre os grandes feitos, o Sururu ganhou o Prêmio da Música Brasileira, em 2014, com o primeiro DVD, na categoria melhor grupo de samba. Além disso, no final do mesmo ano, eles fizeram uma grande turnê pelo Japão.

Tocamos 22 vezes em 20 diferentes cidades com público sempre superior a 1500 pessoas”, conta Fabiano Salek.

Entretanto, apesar desse e de outros motivos para se orgulhar, sempre existem as dificuldades.

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“Entrar na grade de programação das rádios FM é difícil. Ouvi do programador de uma grande rádio que nenhuma das musicas do DVD ganhador do prêmio se encaixava no perfil da programação, por exemplo“, lamenta Salek.Entre as principais influências do Sururu na Roda estão Pixinguinha, Cartola, Noel Rosa, Candeia, Paulinho da Viola, Zeca Pagodinho, Moacyr Luz, Fundo de Quintal e muitos outros.

Com mais de 15 anos de banda, o Sururu deseja para o futuro o que sempre desejou desde o início: seguir fazendo música de qualidade. Além de levar ao público o mais recente trabalho: “O Sururu na Roda Made in Japan”.

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Além dos shows e gravações, o Sururu na Roda atua em outros projetos como o “Samba na Puc”, que tem como objetivo a formação de um novo público para o samba, principalmente universitário.

Enquanto trabalhos como o Sururu na Roda – que visa a oxigenação do samba – estiverem acontecendo, esse histórico e já centenário gênero musical nunca morrerá.

 

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