Agentes cumprem mandado na Operação Kryptos 2 na Barra da Tijuca — Foto: Reprodução/TV Globo

A Polícia Federal em parceria com a Receita Federal deflagraram nesta quinta-feira (09/09) a segunda fase da Operação Kryptos, que investiga um esquema ilegal de bitcoins com suspeita de pirâmide, que teria movimentado R$ 38 bilhões.

Na primeira fase, em 25 de agosto, a força-tarefa prendeu Glaidson Acácio dos Santos, apontado como chefe da organização e conhecido como o “Rei dos Bitcoins de Cabo Frio”, município da Região dos Lagos onde o grupo comandava as ações.

No desdobramento da ação, os agentes saíram para cumprir mandados de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão no Rio contra João Marcus Pinheiro Dumas Viana e Michael de Souza Magno, ligados a Glaidson. Uma das equipes foi para a Península, condomínio de luxo na Barra da Tijuca, na Zona Oeste.

Até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso.

‘Rei dos Bitcoins’ de Cabo Frio é preso pela PF em mansão na Barra

A força-tarefa da PF encontrou Glaidson em uma mansão Barra da Tijuca. Os policiais apreenderam R$ 20 milhões em espécie, entre notas de real, dólar e euro, além de barras de ouro.

Segundo a investigação, nos últimos seis anos, a movimentação financeira das empresas envolvidas nas fraudes apresentou cifras bilionárias, sendo certo que aproximadamente 50% dessa movimentação ocorreu nos últimos 12 meses.

Os acusados poderão responder, pelos crimes de gestão fraudulenta/temerária instituição financeira clandestina, emissão ilegal de valores mobiliários sem registro prévio*, organização criminosa e lavagem de capitais, e, se condenados, poderão cumprir pena de até 26 anos de reclusão.

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