Polícia cumpre mandados em fábrica que falsificava bebidas em Nova Iguaçu

As investigações apontam que os endereços, onde ocorriam os crimes, estão ligados a um homem que já foi preso duas vezes por adulterar produtos alimentícios

Foto: Divulgação/DRCPIM

Nesta quarta-feira, (13/07), policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) cumpriram mandados de busca e apreensão em estabelecimentos em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, que comercializavam bebidas alcoólicas falsificadas.

Segundo a investigação, os endereços estão ligados a Rondinele de Oliveira Bellas, que a polícia afirma já ter prendido duas vezes e enquadrado em artigo do Código Penal que prevê ser crime falsificar produto alimentício. O homem foi, novamente, autuado pelo delito.

A polícia encontrou, em uma das localizações, uma fábrica de bebidas falsificadas, onde foram apreendidas centenas de bebidas alcoólicas, além de rótulos, garrafas vazias, tampas, caixas, e outros utensílios que a DRCPIM afirma que eram usados para envasar os produtos.

Também foram apreendidas bebidas alcoólicas de qualidade e preço inferiores às comercializadas por Rondinele, que de acordo com as apurações eram envasadas em garrafas de bebidas de marcas famosas, de qualidade e preço muito superiores.

Rondinele Bellas foi levado para a sede da DRCPIM, na Cidade da Polícia, para prestar esclarecimentos. Além de crime contra a propriedade industrial, o homem pode ser enquadrado em outros delitos que a investigação conseguir identificar.

A unidade especializada ressaltou que as bebidas alcóolicas eram envasadas “em desacordo com as normas vigentes”, o que a polícia alerta poder causar “graves danos à saúde”.

O material apreendido foi encaminhado à perícia da Polícia Civil.

Foto: Divulgação/DRCPIM
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