Foto: Reginaldo Pimenta/Agência O Dia

A Polícia Civil do RJ afirmou que, dos 27 civis mortos na operação da última quinta-feira (06/05), na favela do Jacarezinho, 25 tinham ficha criminal e que há provas de que os outros 2 também possuíam conexões com o tráfico.

Na tarde de sábado (08/05, foram divulgados os nomes de 27 suspeitos mortos na ação policial (8) ocorrida na Zona Norte do Rio. Ao todo, 28 pessoas morreram, incluindo o policial civil André Frias, de 48 anos.

Segundo a polícia, três dos mortos estão na lista de 21 denunciados pelo Ministério Público por tráfico de drogas e eram procurados pela polícia: Richard Gabriel da Silva Ferreira, conhecido como “Kako”; Isaac Pinheiro de Oliveira, conhecido como “Pee da Vasco”; e Rômulo Oliveira Lúcio, conhecido como “Romulozinho”.

A investigação aponta que eles eram “soldados” do tráfico, atuando como braço armado da facção criminosa que domina o tráfico no Jacarezinho. A polícia afirma que Kako e Índio estavam dentre os líderes do tráfico na região.

Veja a lista de vítimas fatais na operação

  1. André Frias – policial civil
  2. Bruno Brasil
  3. Caio Da Silva Figueiredo
  4. Carlos Ivan Avelino Da Costa Junior
  5. Cleyton Da Silva Freitas De Lima
  6. Diogo Barbosa Gomes
  7. Evandro Da Silva Santos
  8. Francisco Fábio Dias Araújo Chaves
  9. Guilherme De Aquino Simões
  10. Isaac Pinheiro De Oliveira
  11. John Jefferson Mendes Rufino Da Silva
  12. Jonas Do Carmo Santos
  13. Jonathan Araújo Da Silva
  14. Luiz Augusto Oliveira De Farias
  15. Márcio Da Silva Bezerra
  16. Marlon Santana De Araújo
  17. Matheus Gomes Dos Santos
  18. Maurício Ferreira Da Silva
  19. Natan Oliveira De Almeida
  20. Omar Pereira Da Silva
  21. Pablo Araújo De Mello
  22. Pedro Donato De Sant’ana
  23. Ray Barreiros De Araújo
  24. Richard Gabriel Da Silva Ferreira
  25. Rodrigo Paula De Barros
  26. Rômulo Oliveira Lúcio
  27. Toni Da Conceição
  28. Wagner Luiz Magalhães Fagundes

5 COMENTÁRIOS

  1. Afirmação de que tinham antecedentes para justificar é ridícula.
    Qualquer pessoa pode ter contra si um registro de ocorrência. É o caso se detida num protesto. Ou uma situação que tenha um desafeto, briga em família, um vizinho que reclama do som alto…
    Até mesmo contra aqueles agentes do Estado pode existir registros, portanto, antecedentes criminais… situação essa que não autoriza afirmar que sejam culpados.

    • OK em relação aos seus exemplos… mas estes exemplos se encaixam nos casos factuais?! Não. Você tem razão sobre a teoria jurídica. Mas nos corações e mentes, malha em ferro frio nesta questão. É muita desordem urbana para vindicar leis suecas numa África.

  2. PARABENS POLICIAIS! LUTO PELO POLICIAL MORTO! Que venham as próximas operações, não toleramos mais esses vermes no RJ , nem as pessoas que os defendem!

    • Concordo plenamente com você Pedro. Vamos pensar nos policiais que morrem, deixando familia, na guerra contra marginais que entram e saem das prisões como se estivessem tirando férias. Que os pais dos bandidos e traficantes pensem em educar e ensinar os filhos a serem honestos e respeitarem nossas leis – assim não haverá mais necessidade de operações policiais que custam a vida de bandidos sim, mais também de muita gente inocente.

Comente

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui