Praia dos Amores - Foto: Reprodução/Te Vejo pelo Mundo

Quando pensamos em praia no Rio de Janeiro, logo remetemos a lugares como Copacabana, Ipanema e Leblon, na Zona Sul, e Barra da Tijuca, na Zona Oeste. E é justamente nesse último bairro que está localizada a Praia dos Amores, um espaço ainda não tão conhecido do grande público mas bastante interessante para quem procura sair da agitação das mais famosas.

Considerada uma extensão do Quebra-Mar, trecho da extensa orla da Barra, a Praia dos Amores fica ”embaixo” do Elevado do Joá é conhecida por ser bastante rasa, com águas muito tranquilas. No entanto, é importante destacar que sua utilização está diretamente condicionada com a maré não estar alta, pois a faixa de areia desaparece.

Outro detalhe importante é que nem sempre ela está propícia para banho, uma vez que, às vezes, fica poluída. Mas, caso isso aconteça, para não perder viagem, é possível aproveitar a deslumbrante vista em um dos quiosques locais, que servem cerveja bastante gelada e petiscos saborosos.

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Para chegar até o local, além da possibilidade de ir de carro e estacionar nos arredores, a melhor maneira via transporte público é o metrô, saltando na estação Jardim Oceânico e caminhando por aproximadamente 20 minutos até a praia.

”Já fui algumas vezes à Praia dos Amores e super indico. Em dias de sol e maré baixa, é um lugar ideal para curtir um mar calmo e com cenário belíssimo para boas fotos. Vale muito a pena ir”, diz Rebeca Fonseca, moradora de Jacarepaguá.

Praia dos Amores – Foto: Reprodução/Te Vejo pelo Mundo

Vale ressaltar que a região do Jardim Oceânico, onde está situada a Praia dos Amores, é considerada quase que um sub-bairro da Barra, por ter ”vida própria”. Por lá, há também a Ilha da Gigóia, considerada por muitos como a ”Veneza carioca”, um local totalmente aprazível para fugir da agitação do Rio de Janeiro sem sair da cidade.

6 COMENTÁRIOS

  1. Um recado pro Saulo Ângelo.
    Cara, essas mansões aos redores da praia dos amores e Jardim Oceânico, ali todos fazem cocô, todos eles tem esgotos assim jogam na praia e arredores, então cara nao é so as favelas que fazem cocô. Ta ok; então nao fale do da favela. Valeu cagâo.

  2. Meu comprou a casa onde moro na Praia dos Amores em 1976. Desde essa época a poluição só fez aumentar. Qdo a maré baixa e a água vem dos condomínios em direção ao mar, vem suja. A água é escura. Qdo a maré sobe, o mar entra pelo quebra mar e limpa a praia e a lagoa, ainda assim, apesar de clara, a água tem seu grau de poluição. Minha infância foi nessa lagoa, minha mãe pescava muito e em fevereiro, invariavelmente pegávamos muitos robalos. Havia peixinhos coloridos, tainhas etc. Hj nada mais restou. Infelizmente a limpeza da lagoa de Marapendi nunca saiu do papel. Realmente o lugar é bonito, mas nada se comparado há anos atrás. Vale a pena pesquisar antes de vir se esta na maré alta ou baixa para não vir e encontrar as águas marrons da maré baixa.
    Ao contrário do que diz a reportagem nem todo lugar aqui é rasinho. Existem locais profundos, correnteza forte. Os afogamentos eram constates, hj bem menos frequentes mas não impossíveis.
    Quem vier, divirta-se, cuidado e se puderem, levem seu lixinho embora. 😉

  3. O problema é quando vem o esgoto da favela que fica próximo, se não me engane uma comunidade do Itanhangá, fruto do descaso da Prefeitura e Estado diante nossas praias e lagoas, aliás, uma matéria ótima seria mostrar como a bacia de Jacarepaguá está abandonada e como isso vai prejudicar as praias na região. Ou seja, o descaso de sempre do poder público que sempre fala e nunca faz sua obrigação, sim, obrigação!

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