Foto Cleomir Tavares / Diario do Rio

O estado do Rio de Janeiro pode retirar os predios do edifício da Central do Brasil e o anexo da Biblioteca Nacional da lista de imóveis que estarão à venda no feirão do Governo Federal. Um grupo de trabalho foi criado com o presidente da Comissão de Cultura da Assembleia, Eliomar Coelho (Psol), para negociar a retirada de alguns imóveis que seriam vendidos, como também foi o caso do Palácio Capanema.

Em reunião realizada nesta quarta-feira (18/08) na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), André Ceciliano (PT), presidente da casa, explicou a pretensão do governo do estado.

“O governador vai estar amanhã (quinta-feira) em Brasília para buscar uma solução com o ministro Paulo Guedes, mas independente dessa conversa, temos um grupo de trabalho que foi criado agora para que a gente possa dar encaminhamento para outros imóveis que estão também na lista, a exemplo é o prédio da Central do Brasil, o anexo da Biblioteca Nacional, entre outros”, esclareceu o parlamentar.

Também de acordo com o presidente da Alerj, o encontro de hoje mobilizou vários institutos e atores da arquitetura, da engenharia e da cultura do Brasil. No entanto, só haverá uma resposta definitiva sobre a retirada dos prédios do leilão, após a conversa entre o governador Claudio Castro (PL) e o ministro da economia Paulo Guedes que acontecerá em Brasília.

Costa do mar, do Rio, Carioca, da Zona Sul à Oeste, litorânea e pisciana. Como peixe nos meandros da cidade, circulante, aspirante à justiça - advogada, engajada, jornalista aspirante. Do tantã das avenidas, dos blocos de carnaval à força de transformação da política acreditando na informação como salvaguarda de um novo tempo: sonhadora ansiosa por fazer-valer!

4 COMENTÁRIOS

  1. Que MEDO é esse desses prédios serem vendidos, hein!? Por acaso pensam que irão demolir os prédios ou levá-los pro exterior? Esses prédios precisam gerar ganhos pra sociedade e hoje são subutilizados com servidores públicos – que não nos trazem nada, ao contrário, só comem o dinheiro público. Vendidos, serão postos no comércio para gerarem renda a este Estado, que precisa de negócios para sair da lama.

    Parem de impedir o RJ de prosperar. O RJ não vai ser salvo nem prosperar por iniciativas de governos. Quem o salvará – se é que se salvará – será pela força empreendedora dos habitantes fluminenses.

    • Exatamente, concordo pcom vc. Por isso o Rio de Janeiro se tornou o lixo do Brasil, onde tem esquerda tem atraso, os caras não querem melhorar, torcem para o “quanto pior melhor”.

  2. Tomara que eles apresentem um uso plausível para os prédios, principalmente o da central do Brasil. O prédio da central poderia ser totalmente utilizado, cada andar receber um público distinto pra determinadas atividades como um andar pra cafeterias, outro pra livrarias, outros para comidas regionais, um andar de gamer etc. A fundação leia 13 tbm seria ótima se voltasse e a polícia civil podia utilizar melhor as laterais do térreo que hj funciona como urinário.

    • Senhor, serviço público não sabe administrar nada, se alugarem os prédiso não vão receber, se cederam o uso vai ser a preço de banana, se fizerem um PPP vai ser do tipo contrato “Caracú”, o empresário entra com a cara e o governo com o … Serviço público não faz manutenção de nada, e se fazem obras são todas superfaturadas, a iniciativa privada é que possui agilidade e eficiência para tomar as ações necessárias, vale lembrar do Canecão, que depois de décadas brigando na justiça a UFRJ o retomou e até hoje está fechado e caindo aos pedaçõs, completamente abandonado, naquele prédio teve tantos espetáculos maravilhosos no passado, hoje é uma cracolândia, serviço público é isso, retrato da desgraça. E o Museu da Quinta??????? É só colocar um esquer.dista para administrar que tudo vai a baixo, os caras só pensam em se dar bem, destruir patrimônio público, lotar de comissionados, o governo está certo, tem que vender tudo !!!!!

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