Aglomeração de pessoas em blocos só deve acontecer caso vacina tenha sido lançada - Foto: Reprodução/Internet

Nesta sexta-feira (24/07), a Prefeitura de São Paulo anunciou o adiamento – ainda por tempo indeterminado – do Carnaval de rua e dos desfiles das escolas de samba em 2021, devido à pandemia do Coronavírus. Se depender da Liga Independente de SP, no entanto, as agremiações estarão no Sambódromo do Anhembi, provavelmente, no final de maio ou começo de julho, em data ainda a ser definida.

”Estamos definindo tanto com os blocos quanto com as escolas e com as outras cidades a nova data que deve se dar a partir de maio do ano que vem. Muito dificilmente ocorrerá em junho porque coincide com os festivais de São João no Nordeste. Estamos definindo ou final de maio, ou começo de julho para a realização do Carnaval na cidade de São Paulo”, disse o prefeito Bruno Covas.

Se em São Paulo o tom é ”pessimista” e, desde já, foi decretado o adiamento da festa mais popular do país, no Rio de Janeiro a situação é oposta, encarada com otimismo pelo epidemiologista Daniel Soranz, secretário municipal de Saúde na capital fluminense durante a gestão de Eduardo Paes. Segundo ele, em entrevista ao DIÁRIO DO RIO na última quarta-feira (23/07), nem o Réveillon nem o Carnaval serão afetados pela Covid-19, pois a tendência é que a doença, até lá, já esteja com baixa incidência na cidade. Além disso, o médico explicou que o Coronavírus tende a se fortalecer em épocas mais frias.

Outro fator muito importante comentado por Daniel para que as festividades sejam mantidas no Rio é o surgimento da vacina, que, de acordo com Soranz, pode já estar disponível até lá.

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