Pobre de quem suceder ao bispo Marcelo Crivella (Republicanos) na Prefeitura do Rio. De acordo com a jornalista Berenice Seara/Extra, a Associação de Empresas de Engenharia (Aeerj) revela que o município fechou 2019 em situação crítica — e olha que o estudo só leva em conta os dados da área de infraestrutura.

Dos R$ 1,2 bilhão empenhados para contratos com a Secretaria de Infraestrutura, Habitação e Conservação, com Geo-Rio, RioUrbe, Parques e Jardins e Rio-Águas, só 58% foram pagos. São cerca de R$ 500 milhões em dívidas.

Berenice diz que Crivella criou uma comissão para renegociar os restos a pagar, estas dívidas que deveriam ter sido pagas no último ano. Acontece que, pela lei, todos devem ser pagos em ordem cronológica, já que foram contratos assinados e serviço prestado.

E caso a Prefeitura tente algo como quem reduzir a dívida recebe primeiro, Crivella corre o risco de cair incorrer em crime de responsabilidade — e até mesmo de improbidade administrativa.

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