Agentes da Polícia Civil chegando à Prefeitura de Nova Iguaçu - Foto: Reprodução/TV Globo

A manhã desta terça-feira (24/08) começou agitada em Nova Iguaçu, município da Baixada Fluminense, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Isso porque tanto a Prefeitura quanto a Câmara de Vereadores locais são alvos de uma operação que apura uma suposta ”ajuda” à mílicia de Austin, bairro da cidade, com licitações.

A ação é comandada pela Delegacia de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (DGCOR-LD) e os agentes cumprem 21 mandados de busca e apreensão. Vale ressaltar que não há mandados de prisão.

De acordo com as investigações, a quadrilha direcionava obras públicas na região em troca de apoio político dos paramilitares. Entre os serviços supostamente irregulares, está o calçamento de ruas.

A milícia de Austin, segundo as informações da Polícia Civil, atua nos bairros de Austin, Vila Verde e Vila de Cava até bem próximo de Cabuçu, onde hoje existe uma disputa pelo domínio do território.

O inquérito da Polícia Civil aponta que os milicianos de Austin atuam, além do bairro, em Vila Verde e Vila de Cava, próximo a Cabuçu, onde, inclusive, há uma disputa pelo domínio do território.

Em nota oficial a Prefeitura de Nova Iguaçu disse que colocou à disposição dos investigadores ”todas as informações e arquivos que forem necessários pra realizar um trabalho profundo e transparente”.

Além disso, o Poder Executivo municipal local afirmou que ”ainda não tomou conhecimento das acusações, mas repudia qualquer prática fora da lei e da boa governança”.

Vale destacar que, entre os alvos da operação, estão o vereador Jeferson Ramos (MDB), que é ex-secretário de Obras de Nova Iguaçu, e a atual secretária de Infraestrutura da cidade, Cleide de Oliveira Moreira.

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