O Prefeito do Rio Eduardo Paes (democratas) e o governador em exercício Claudio Castro (PSC) participaram nesta segunda-feira (25/01) de um debate realizado pelo jornal, onde anunciaram o movimento “Rio de Mãos Dadas”. Transmitido pelas redes sociais do jornal O Globo, o evento apresentou a medida, que tem como objetivo unir o poder público e o setor privado em iniciativas que fomentem a economia fluminense.

Mediado pela jornalista Miriam Leitão, o debate também contou com a participação do presidente da Fecomércio-RJ, Antônio Queiroz; do presidente do SindRio, Fernando Blower; e de Michael Nagy, diretor do Fairmont Rio.

O governador em exercício, Claudio Castro, destacou números da retomada do crescimento no segundo semestre de 2020, em que a Indústria teve um aumento de 16% e o comercio de 12% no faturamento. Castro também ressaltou que o início do processo de vacinação “já é um sopro de esperança e devida, e um sopro desse desejo de que ali pelo segundo semestre a nossa vida volte ao normal”.

Para Claudio Castro, o movimento de união entre as esferas públicas e privadas é importante na fomentação da economia diante da crise em decorrência da pandemia da Covid-19. “É talvez o grande start que a gente precisa para este ano de 2021”, enfatizou Castro.

Já o prefeito Eduardo Paes, afirmou que a união entre os diferentes atores é o primeiro passo para mudar a percepção sobre a cidade e o estado do Rio, muito atingidos por crises políticas, econômicas e sociais nos últimos anos. “A minha experiência mostra que essa mudança de percepção num estado com as nossas características, numa cidade com as características que nós temos, a mudança, da mesma maneira que a tragédia veio rápido, a mudança propositiva vem muito rápido”, disse o prefeito.

Entre as medidas anunciadas pelo movimento, está o envio do governo do estado para a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) de um projeto de lei para simplificar a legislação tributária estadual. A medida reúne quase 300 leis em uma para facilitar a gestão de negócios no estado.

O turismo foi apontado como principal eixo da retomada econômica ao longo de 2021. O Presidente do Sindicato de Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro (SindRio),Fernando Blower, destacou que eventos de todos os tipos devem ser incentivados. Nesse sentido, de congressos científicos a festivais culinários, como o “Comida di Buteco”, são objetivos de médio prazo que deverão ser incentivados.

Ainda representando o setor privado, Antônio Queiroz, presidente da Fecomércio-RJ, disse acreditar que o Turismo deve ser o ponto central da recuperação econômica na cidade. “Queremos enfatizar que todos nós temos que trabalhar em prol do Rio, levar soluções para o empresariado, levar soluções para a população que vem passando um ano tão sofrido”, ressaltou Queiroz.



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Vanessa Costa
Costa do mar, do Rio, Carioca, da Zona Sul à Oeste, litorânea e pisciana. Como peixe nos meandros da cidade, circulante, aspirante à justiça - advogada, engajada, jornalista aspirante. Do tantã das avenidas, dos blocos de carnaval à força de transformação da política acreditando na informação como salvaguarda de um novo tempo: sonhadora ansiosa por fazer-valer!

2 COMENTÁRIOS

  1. Nós já vimos esse filme muitas vezes e onde nos levou, a lugar nenhum. Sempre as mesmas cabeçadas, vocês sabem o que estou falando, “globo”. Prestem atenção Prefeito e Governador, globo não! Essa emissora quer o desastre econômico do Rio de Janeiro, e não é o Crivella que está falando é um cidadão que ama essa cidade. Essa emissora de Satanás é pura falsidade e mentiras, acusam pessoas sem provas e enganam o povo com seu jornal medonho sem credibilidade. Se vão mesmo fazer alguma coisa em prol do Rio e seus cidadãos tem outras emissoras mais sérias pra isso. Porque contar sempre com essa emissora sendo que a outras no Rio.Dou parabéns para a iniciativa e se contar com essa emissora não vai pra frente. Abrem o olho.

  2. A Iniciativa é ótima, mas quando insere um só veículo de comunicação na questão é preocupante dado que este veículo está sempre por perto para questões financeiras, projetos pagos, enfim.
    Governos, entidades, deveriam usar, ouvir mais a sociedade em geral. Temos muita gente competente para colaborar.

    E registrar que há de pensar formatos de colaboração para saídas das MEIs, Pequenas, Médias Empresas, e por que não algumas grandes fincadas no estado. Neste momento, há de ter uma saída de créditos para o reerguimento da produção, dos serviços, gerando renda e inclusão social.

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