Prefeito Marcelo Crivella com a Secretária Municipal de Saúde, Beatriz Busch / Foto: Fernando Frazão

Na última sexta-feira, 18/09, a Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, através de Marcelo Crivella e da secretária de saúde Beatriz Busch, trocou o discurso em relação à pandemia causada pelo Coronavírus. Antes, as palavras eram de otimismo, devido à queda de internações e mortes. Agora, dado o atual cenário, são de preocupação.

 “A curva não está caindo como esperávamos”, afirmou. O prefeito anunciou que não vai liberar mais “absolutamente nada” pelo menos até 1º de outubro, quando está prevista a volta de algumas atividades na cidade do Rio de Janeiro.

Seguindo o mesmo discurso, a secretária de Saúde, Beatriz Busch, afirmou que: “Estamos numa fase muito delicada”.

Atualmente, a ocupação de leitos exclusivos para pacientes de Covid-19 no município passa de 85%. Na cidade do Rio já foram registrados 97.824 casos e 10.470 mortes causadas pela doença.



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6 COMENTÁRIOS

  1. Eu não parei de trabalhar um único dia, como o pessoal que trabalha nos supermercados, farmácias, poste de gasolina, pessoal da saúde e do agro negócio, ou seja, todos serviços essenciais. Em que somos diferentes dos que ficaram em casa? Somo blindados e não pegamos o vírus? Falta empatia né!!O você que critica faria diferente a tal situação? Faça uma reflexão coerente e não só faça critica de sugestões.

  2. Perdi meu emprego, fácil falar fechar tudo quem tem o seu salário garantido tem que haver parâmetros sérios de segurança rígidos, no momento o ser humano tem que entender que tem que se adequar às novas regras, pessoas presas em casa passando fome sem empregos passando por depressão e muitas morrendo

  3. Pelas atitudes de Crivella nesse tempo de pandemia, não poderia ser diferente. Foi abrindo tudo para atender o mercado. Em alguns momentos achei que ele tivesse incorporado o “é só uma gripezinha”. Pessoas nas praias e não havia multas, não havia segurança efetiva para realizar as determinações. Não se fez nada, deixou o barco rolar. Não poderia ser diferente. A Fiocruz não foi ouvida, ela vem falando dessa segunda onda faz tempo. Não souberam equilibrar vida e economia, não teve planejamento. Para o presidente e para o Crivella, era uma coisa ou outra. E ainda ficam querendo abrir escolas. Não salvou vidas, nem a economia. Fracasso mais uma vez. Ainda desisto desse país

  4. Exemplo é o Estado da Bahia/ Salvador depois de 5 meses de quarentena até hoje não é permitido tomar banho de mar. E muito comércio e bares estão com horario reduzido com fiscalização e está sendo visível a estabilidade todos os dias nos jornais. Não deveria liberar praia e nem bares aqui no Rio de Janeiro este lugares são é o grande números do aumento da covid.

  5. Boa noite ,gostaria mesmo de entender porque todos nós criticamos a todos políticos ,sabemos que não faz e não farão nada ,então estamos próximo a mais uma eleição,ok fazer ,teremos que votar ,mesmo com está situação absurda de tantas fraudes de políticos ,por David me ajudem ,vou ter mesmo que votar ,isto não e brincadeira,eu preciso de ajuda .sinto muito pelo lindo estado que temos o RJ ,mais é inacreditável que vamos ser humilhados a ter que botar ,em quem,?

  6. Não entendo os falta de conhecimento de governantes que demonstram preocupação agora com essa catástrofe que vcs mesmos provocaram. Vidas não são papéis.
    Que tristeza !!! Saber que o povo vota em governantes que não se importam com vidas .

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