As grandes aves rosas, chamadas de Colhereiros, vistas na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, além de capivaras, caranguejos, frangos d´água, garças e pássaros pescadores conhecidos como savacus, mostram a recuperação ambiental da região.

Há 32 anos, o biólogo Mário Moscatelli, pioneiro na restauração desse ecossistema, começou esse trabalho. A criação de um bioparque seria uma etapa a mais no trabalho de Moscatelli, que teve início, em 1989, para transformar o cenário degradado da Lagoa, onde eram comuns as tubulações despejando esgotos domésticos e líquidos poluentes dos postos de gasolina, em uma área de preservação ambiental recuperada.

Além dos animais, as plantas também são simbólicas nessa recuperação. Moscatelli calcula que plantou mais de 4.500 plantas no entorno da Lagoa.

“A tragédia que vivemos no Rio de Janeiro, seja no ambiente, seja na educação, seja na saúde, é nossa culpa. Nós é que elegemos essa gente e somos nós que não exigimos dessa gente qualidade na prestação de serviços”, afirma Moscatelli.

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