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O presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), André Ceciliano (PT), se posicionou contrário ao pedido de impeachment contra o governador Cláudio Castro (PSC). A medida foi protocolada pelo deputado federal David Miranda (PSOL-RJ) há duas semanas, devido à operação policial realizada no Jacarezinho, que gerou o falecimento de 28 pessoas.

Ceciliano justifica o posicionamento na instabilidade politica gerada por um procedimento de impedimento.

“Não dá para ter um (impeachment) todo dia. Eu botei para votar (o do Wilson Witzel). Um novo processo criaria muita instabilidade política”, disse o parlamentar.

Isso, porque, o ex-governador, Wilson Witzel (PSC), foi definitivamente afastado do cargo em 30/04, por desvios na Saúde durante a pandemia. Na ocasião, o Tribunal Especial Misto determinou o impeachment e a perda dos direitos políticos por 5 anos, por unanimidade.

Para o presidente da Alerj, Castro não tem responsabilidade direta pela operação, e sim as autoridades de segurança do estado. André Ceciliano pode decidir abrir o procedimento de impedimento de forma monocrática ou encaminhar ao plenário. A Procuradoria da Alerj ainda deve divulgar um parecer.

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