Foto: Reprodução/O Globo

Nesta sexta-feira (11/06), as empresas RJZ Cyrela e SIG Engenharia fizeram o primeiro lançamento residencial em dez anos no Arpoador, entre Copacabana e Ipanema. Ao fim do dia, metade das unidades do luxuoso residencial já haviam sido vendidas.

O prédio de luxo On The Sea Arpoador segue a tendência mundial na arquitetura que permite a personalização dos apartamentos ainda na planta; uma espécie de alfaiataria da construção. O preço médio dos imóveis, que variam de de 70 a generosos 187 metros quadrados, é de R$ 3 milhões. Um valor que chegou a considerado elevado por especialistas, mas que se provou acertado, tendo em vista o sucesso de vendas. O empreendimento atraiu a atenção tanto de moradores quando de investidores. A expectativa dos empreendedores é encerrar o mês de junho com 60% a 70% do empreendimento vendido.

O projeto conta com uma única torre em um terreno bem amplo, de mais de mil metros quadrados, a menos de uma quadra da Praia de Copacabana, na Rua Francisco Otaviano.

Previsto para ser entregue em 36 meses, o empreendimento contará ainda com espaço de lazer com piscina, academia de ginástica, playground e salão de festas, além de serviços de hotelaria, como concierge, recepção bilíngue e café da manhã no salão de festas, o que torna o prédio atraente para quem quer garantir uma renda com o aluguel por temporada.

Este tipo de imóvel é um bom investimento para quem quer alugar. Com a queda da taxa de juros, o aluguel residencial se tornou uma incrível oportunidade conservadora de investimento. Isso sem contar a valorização que ocorre praticamente no ato da entrega das chaves”, frisa André Cyranka, diretor da filial da Sergio Castro Imóveis em Copacabana.



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4 COMENTÁRIOS

  1. Estranho a matéria citar esse empreendimento como bom investimento visando a locação. A Zona Sul, em especial essa área, junto com Leblon e Lagoa, tem as piores taxas de retorno da cidade, já que o valor dos imóveis é bem elevado e isso não se reverte na locação.

    • Para popularizar os preços, só permitindo uma grande verticalização com espigões – daí aumentando a oferta de lugares. Não tem milagre, se projetamos cidades com baixas cotas, as partes com parques e mar adjacentes ficam caras e assim a gentrificação expulsa os pobres e até os menos ricos para a periferia.

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