Foto: Divulgação

O Cores do Rio, da W3 Engenharia, será o primeiro empreendimento a ser construído dentro do Plano Urbano Reviver Centro, da Prefeitura do Rio. O projeto terá 122 unidades entre estúdios, um quarto e dois quartos, além de uma loja. O novo residencial será erguido na Rua Irineu Marinho, 52, localização estratégica por estar a poucos metros do metrô, da Rua Riachuelo, da Marquês de Sapucaí, do Batalhão de Choque, da UniRio, da FND/UFRJ (Faculdade Nacional de Direito), da futura faculdade de Medicina da Yduqs e do farto comércio (hipermercados, restaurantes, bancos e farmácias). Os imóveis têm preços a partir de R$ 260 mil que poderão ser financiados em até 420 meses (35 anos).

Para estimular a moradia na região, no Reviver Centro a Prefeitura prevê a isenção do IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) nos três primeiros anos, contados a partir da entrega do apartamento, e alíquotas reduzidas do ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis). No caso do ITBI, o percentual do tributo será de 1% para os interessados com renda mensal familiar de até três salários mínimos, e de 2% para as famílias com renda mensal bruta de três a seis salários mínimos. Vale lembrar que, no Rio de Janeiro, esse imposto é de 3% do valor do imóvel. Já a W3 será beneficiada com desconto no ISS (Imposto sobre Serviços) e incentivos para construir outros empreendimentos na Zona Sul.

A cerimônia de abertura do estande será no dia 17, sexta-feira, no local (Rua Irineu Marinho, 52). De acordo com Flávio Wrobel, diretor da W3, o Cores do Rio tem o propósito de reviver a alegria do Centro por meio da democratização da boa arquitetura, oferecendo habitações acessíveis, com design diferenciado, mobilidade urbana e qualidade de vida. “Acreditamos que aproximar as pessoas dos locais onde trabalham proporcionam benefícios sociais e ambientais por meio da economia do tempo de deslocamento e do aproveitamento da infraestrutura já construída. Mais do que apenas edifícios, buscamos uma cidade mais inclusiva, com empatia e respeito aos antigos e novos moradores“, destaca Wrobel.

Segundo o executivo, o Cores do Rio terá segurança, conveniências e lazer com duas academias, espaço gourmet, coworking, sala de reunião, bicicletário, vending machine (máquina que comercializa lanches e bebidas, entre outros itens), espaço delivery e Wi-fi nas áreas comuns. “Vamos abrir o estande ao público no dia 18 para apresentar o Cores do Rio. O cliente poderá visitar o apartamento decorado no local e tirar todas as dúvidas antes de fechar negócio. Os atendimentos serão realizados com todos os protocolos de segurança“, adianta Wrobel.

A obra do empreendimento será financiada pelo Santander. “Apostamos em projetos que priorizam a valorização de seu entorno, com recuperação de áreas degradadas, infraestrutura, equipamentos de lazer, esporte e convivência, além de outras ações que incentivam uma relação mais próxima das pessoas com a cidade. Essas construções se preocupam em oferecer bem-estar social e fomentam o empreendedorismo, com o desenvolvimento do comércio e serviços, e também a cultura, a gastronomia, o lazer, a vida noturna, e a qualidade de vida“, comenta Sandro Gamba, diretor de Negócios Imobiliários do Santander Brasil.

Claudio Hermolin, presidente da Ademi-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) e vice-presidente do Sinducon-RJ (Sindicato da Indústria da Construção Civil), conta que as duas entidades participaram ativamente das discussões do Reviver Centro por acreditar que, por sua localização ímpar e por toda a infraestrutura urbana de saneamento básico e de transporte público de massa já oferecidos, o Centro é um dos lugares com maior potencial de valorização do Rio de Janeiro. “A instalação de empreendimentos residenciais na região faz total sentido e é um prazer ver que este projeto muito discutido no poder Executivo, rapidamente abraçado pelo Legislativo e aprovado recentemente, já colhe seus frutos com o lançamento do Cores do Rio, da W3”, ressalta Hermolin.

4 COMENTÁRIOS

  1. Região futuro do Rio de Janeiro, é a grande sacada dos investidores imobiliários do momento. Em cinco anos assistiremos uma nova região residencial totalmente consolidada. Quem piscar, perde. Viva o RJ.

  2. Tem que ser corajoso para despender R$ 260 mil para habitar perto de toda aquela degradação espacial da região. Imagina fazer um “jogging” à noite pelas redondezas, hein!? Ao menos o seguro prestamista cobre o financiamento no caso de morte acidental.

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