Foto: Psol/RJ

As promotoras de Justiça Simone Sibílio e Letícia Emile, que faziam parte da força-tarefa que investiga as mortes de Marielle Franco e Anderson Gomes, deixaram seus cargos. As duas estavam no caso desde setembro de 2018.

Em nota, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) afirmou que as duas decidiram voluntariamente deixar o caso: “A Procuradoria-Geral de Justiça do MPRJ reconhece o empenho e a dedicação das promotoras ao longo das investigações, que não serão prejudicadas. O MPRJ anunciará em breve os nomes dos substitutos das promotoras na força-tarefa“.

Segundo a TV Globo, as promotoras saíram por receio e insatisfação com “interferências externas”. No entanto, não há mais detalhes sobre quais teriam sido essas interferências.

Nesta terça-feira (06/07), o delegado Edson Henrique Damasceno foi deslocado para a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), onde assumirá a apuração das mortes da vereadora e do motorista. Com a mudança, Damasceno se torna o quarto delegado a conduzir a investigação do caso.

A vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram assassinados no dia 14 de março de 2018. O carro que ambos estavam sofreu 13 disparos e os dois acabaram morrendo na hora. O crime, até hoje, não teve identificado o seu mandante.

Justiça condena Ronnie Lessa e parentes por destruição de provas

A Justiça condenou o ex-PM Ronnie Lessa, sua esposa, o cunhado e dois amigos pelo crime de destruição de provas. Ronnie é acusado de ser o assassino de Marielle Franco e Anderson Gomes, que foram assassinados em março de 2018.

Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), Ronnie e os outros quatro condenados jogaram armas no mar da Barra da Tijuca, quase um ano depois da morte da vereadora e do motorista. A Justiça afirma que é possível que entre as armas despejadas esteja a submetralhadora utilizada para matar Marielle.

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