Quadrilhas juninas patrimônio imaterial do cariocaAs quadrilhas juninas são uma importante manifestação popular e folclórica do Rio de Janeiro, que  têm se mantido quase sem ajuda do poder público ou da iniciativa privada. Para ouvir as demandas deste grupo, organizei um Fórum Junino, com a participação de representantes de cerca de 20 federações.

Em seguida, apresentei projetos de lei à Câmara para tornar as Quadrilhas Juninas da Cidade do Rio de Janeiro Patrimônio Imaterial do Povo Carioca e para a criação do Dia do Quadrilheiro Junino, a ser comemorado no dia 27 de junho.

Atualmente, há mais de 100 quadrilhas na cidade, responsáveis pela preservação da nossa cultura. Suas apresentações, muito bem produzidas, atraem cada vez mais cariocas e turistas, e devem ser incentivadas como mais uma atividade cultural geradora de emprego e renda no Rio. Além dos concursos oficiais, as quadrilhas juninas se apresentam em inúmeras comemorações extraoficiais que acontecem em vários  bairros da cidade.

Originárias de velhas danças populares de áreas rurais da França (Normandia) e da Inglaterra, as quadrilhas foram introduzidas no Brasil, mais precisamente no Rio de Janeiro, possivelmente em 1820, por membros da elite imperial. Durante o Império, a quadrilha era a dança preferida para abrir os bailes da Corte. Depois, popularizou-se saindo dos salões palacianos para as ruas e clubes populares, com o povo assimilando a sua coreografia aristocrática e dando-lhe novas características e nomes regionais.

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29 anos, advogado, é o mais jovem eleito para a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, na qual é membro da Comissão Permanente de Justiça e Redação. Presidiu a Atlética de Direito, o Centro Acadêmico de Direito e o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da PUC. Foi um dos criadores do Movimento Ficha Limpa e, atualmente, preside a Juventude Progressista. É pós-graduado em Direito Fiscal pela PUC-Rio e cursa pós-graduação em Administração Pública na FGV e Gerência e Gestão de Projetos na UFRJ.

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