Rede hoteleira do Rio deve registrar taxa de 85% de ocupação durante o Carnaval

Levantamento revela que os brasileiros são maioria nos hotéis do Rio, especialmente os provenientes do estado de São Paulo

O bairro do Leblon tem o valor médio da taxa condominial mais cara da cidade /Reprodução: Internet

Um levantamento realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) indicou que o setor hoteleiro, da cidade do Rio de Janeiro, deve registrar uma ocupação de 85% das vagas, durante o Carnaval fora de época. A taxa de ocupação supera a de 2021, que foi de 63%; e do Carnaval oficial de fevereiro de 2022, que registro 80% dos quartos ocupados. Ainda segundo o levantamento, os brasileiros são maioria nos hotéis do Rio, especialmente os provenientes do estado de São Paulo. As informações são da Bandnews.

No mês de fevereiro, os turistas aportaram no Rio, mesmo com a suspensão do Carnaval de Rua e transferência dos desfiles das escolas de Samba do Grupo Especial. A associação entre o feriado de Carnaval e o alto verão carioca foi a receita perfeita para atrair gente de todo o Brasil para a capital do fluminense. Os bairros de Ipanema e Leblon, na Zona Sul, registraram uma taxa de ocupação de 82, 47%. Barra da Tijuca, Recreio e São Conrado; os primeiros localizados na Zona Oeste, e o terceiro, na Zona Sul; tiveram 82,47% dos seus quartos ocupados. Leme e Copacabana, atingiram a média de 74,95% de ocupação, seguidos pelo Centro, com 74,74%. Finalizando, Flamengo e Botafogo contaram com 72,66% das suas vagas hoteleiras ocupadas.  

Em sua coluna veiculada, em O Globo, Ancelmo Góis reportou que, segundo Alfredo Lopes, presidente do Sindicato dos Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro (Hotéis), a Barra da Tijuca está superando a Zona Sul no que diz respeito à taxa de ocupação hoteleira. Vale lembrar, segundo Góis, que, até antes dos Jogos Olímpicos de 2016, a Barra quase não tinha hotéis.

Recentemente, o Hotel Merlin Copacabana, com 9.000m2 e 160 apartamentos, na avenida Princesa Isabel, foi reaberto como Atlântico Star após ser comprado pela Rede Atlântico de Hotéis. O prédio chama atenção por sua enorme frente. (Abaixo)

Fachada do antigo Merlin Hotel, em Copacabana. Ele foi reaberto em transação pilotada pela Sergio Castro Imóveis / Foto: Rafa Pereira – Diário do Rio
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1 COMENTÁRIO

  1. Otima noticia, o Rio precisa ser a cidade turistica que jà foi. Pena que nao tens muitos europeios viajando. Enfelizmente todos os obitos que feiz a pandemia a causa do pessimo trabalho dos capitaes cloroquinas, fizerem enchar no exterior o brasil muito perigoso para o covid ainda. Nunca vì na Italia um comercia? para promover o Rio e o Brasil. Cadè o ministro do turismo?

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