Reunião realizada nesta segunda (06/01) - Foto: Divulgação

Entre os dias 13 e 17 de janeiro, a região do Porto do Rio receberá um grande mutirão de limpeza. Visando o planejamento da ação desde já, a Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), através da Superintendência de Gestão Portuária dos Portos do Rio de Janeiro e Niterói (SUPRIO), reuniu, nesta segunda-feira (06/01), empregados e representantes das empresas operadoras e arrendatárias dos terminais para tratar do assunto.

O mutirão tem como objetivo recolher resíduos sólidos de naturezas diversas, tais como entulho, terra e madeirame, que foram se acumulando com o tempo, ao longo de mais de 6km de cais do Porto do Rio de Janeiro. Todo o material coletado será removido para um só local, de onde será retirado posteriormente por uma empresa especializada que dará uma destinação adequada.

Zona Portuária do Rio de Janeiro – Foto: Reprodução/Internet

De acordo com o superintendente de Gestão Portuária do Rio de Janeiro e Niterói, Leandro Lima, essa medida é paliativa e de resultados imediatos, mas uma solução definitiva já está sendo providenciada.

”Estamos em fase final de contratação de uma vassoura mecânica para limpeza rotineira e de uma empresa para retirada dos resíduos sólidos”, afirmou Leandro Lima, que acrescentou.

”Além disso, estamos trabalhando para que o Cais da Gamboa receba obras de pavimentação, de drenagem, e uma nova iluminação, o que contribuirá também para a manutenção da limpeza e para a melhoria do aspecto do local”, conclui Leandro.

Foto pós-reunião, realizada nesta segunda (06/01) – Foto: Divulgação

O mutirão está sendo coordenado pela Gerência de Acesso Terrestre do Porto do Rio de Janeiro (GERATE), com mobilização também das demais gerências subordinadas à SUPRIO e da Superintendência de Engenharia (SUPENG) da CDRJ.

As empresas operadoras e arrendatárias dos terminais do porto que estão participando do mutirão são MultiTerminais, ICTSI, Triunfo Logística, Pennant e Terminal de Trigo do Rio de Janeiro (TTRJ). Para melhor andamento dos trabalhos, cada empresa será responsável pela limpeza, recolhimento e remoção dos resíduos encontrados em determinados trechos do porto, previamente definidos.

1 COMENTÁRIO

  1. O Parque do Flamengo foi pensado para ser um local acolhedor, com árvores grandes e bastante solo para suportá-las.

    Não é o caso da nova Praça Mauá e da Orla Conde !

    Nem em vinte anos haverá sombra ali, se não for feita a arborização efetiva e eficaz desta Orla. Árvores demoram a crescer, mas precisamos de mais árvores na Orla Conde… ou esta prefeitura vai esperar que estas poucas dúzias de árvores ali existentes cresçam para efetivamente se arborizar devidamente a Orla Conde com mais árvores ? Não se trata aqui do tamanho das árvores, mas sim da quantidade irrisória de árvores plantadas e enormes espaços vazios.

    A estação do VLT da Rodoviária é quente à beça: tiveram a pachorra de plantar duas árvores naquele local. Ou seja, para atravessar da Rodoviária até a estação do VLT haja paciência, com aquele sol de quarenta graus e sensação de cinquenta torrando nossos miolos. Como eu sempre ando do terminal de ônibus Padre Henrique Otte até a Estação Rodoviária, sei bem do sufoco que é caminhar por ali sem uma árvore sequer.

    Refizeram as calçadas no entorno daquela unidade hospitalar do INCA, na Rua Equador, no. 831 até esta estação do VLT e tiveram o desplante de não plantar uma árvore sequer naquela enorme calçada…

    Já escrevi para Parques e Jardins pedindo para arborizar o local, para replantar as árvores que morreram ao longo deste terminal e próximo à Estação Terminal do VLT e à Praia Formosa, que fica ao lado do Terminal Padre Henrique Otte e ao seu entorno.

    Parques e Jardins faz um trabalho excelente por toda a cidade, sou testemunha, cliente fiel deles e participadora ativa de seus sites e outras mídias sociais (por isso sei do bom trabalho deles e sei do que estou falando), mas acho que nos espaços que vão da Praia Formosa-Rodoviária até depois da Praça XV faltam ainda muitas árvores. Infelizmente, a arborização local ainda deixa muito a desejar…

    Mas o pior da Orla Conde é esta arborização paupérrima, com pouquíssimas árvores em um local gigantesco destes… e esta Praça Mauá com aquele gramado de granito e a Praça XV super quente, desde o Paço Imperial até a entrada da Estação das Barcas…

    Numa cidade tórrida como o Rio de Janeiro, uma área enorme destas mínima e pessimamente arborizada é um DESSERVIÇO ao morador da cidade. Só poderemos frequentar esta Orla após às 19:00 h, quando o sol baixar no horizonte. Afinal cadê as árvores ? Numa Orla onde cabem mil árvores, não há nem cem árvores plantadas!!! Eu só queria entender este critério estranho de arborização do local.

    Tratem de arborizar decentemente esta enorme Orla Conde !!! Afinal somos ou não somos um País Tropical ?

    Onde estão os flamboyants e outras árvores floríferas que realmente são sombra ao local ? O que eu mais quero ver no Rio de Janeiro são parques, ruas e praças com árvores repolhudas, floridas, como jacarandás, flamboyants, acácias, ipês de várias cores, paineiras, magnólias, abricós de macaco e diversas outras árvores tão bonitas quanto estas. Até porque, no Brasil, existem mais de seiscentas mil espécies de árvores: é inadmissível que só se plante palmeiras…

    As árvores floríferas são muito belas e coloridas, e também devem ser usadas no paisagismo da Orla Conde.

    CHEGA DE PALMEIRAS ! PALMEIRAS NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, NÃO FORNECEM SOMBRA ALGUMA…

    Deve haver algum político com um horto de palmeiras para justificar este plantio indevido e exagerado de palmeiras por toda a cidade… Palmeira é árvore de beira-mar, que já tem a brisa marinha para refrescar a área.

    O que esta Prefeitura tem contra as árvores que realmente dão sombra ?

    O que é aquela arborização das laterais do Museu do Manhã ? Uma árvore comum, cinco palmeiras, três árvores comuns, duas palmeiras e por aí vai… Parece até o Samba do Crioulo Doido… Quem é este paisagista doente, afinal, que mistura aleatoriamente árvores com palmeiras, sem nenhuma ordenação, sem nenhuma numeração ou intervalo coerente entre as árvores ? E porque fazer esta mistura esdrúxula de árvores, desconectadas entre elas ?

    A Praça XV está super quente…. Da lateral esquerda do Paço Imperial até a entrada da estação das barcas há um enorme espaço sem uma árvore sequer. Atravessar aquele extenso caminho no verão para pegar as barcas vai ser um suplício. Por que não fizeram uma alameda com luminárias (vide foto abaixo) ou mesmo um bom e velho caramanchão (como os da Casa de Rui Barbosa em Botafogo) ?

    Ficou muito bonito o trabalho dos mosaicos com as pedras neste caminho da Praça XV: o chão está realmente lindo mas, para variar, Parques e Jardins esqueceu de contemplar o espaço para o plantio das árvores naquele desenho.

    Em frente ao Restaurante Ancoramar, naqueles bancos que dão para a Baía de Guanabara, não há uma árvore sequer. Não dá para ficar sentado ali sem uma sombra. Estive lá recentemente e mesmo sem sol, pela proximidade da baía, é muito quente. É preciso plantar um flamboyant entre um banco e outro, ou uma amendoeira, ou qualquer outra árvore que tenha uma bela copa e dê uma boa sombra a quem quiser sentar nestes bancos e curtir o local. Ou talvez um jambeiro, que eu não conheço bem, mas que dá flores belíssimas.

    Os bancos que ficam numa pracinha em frente ao Ancoramar (pelo lado de dentro da Praça XV) também precisam ter árvores em sua proximidade, pois aquele local também ficou muito quente.

    A Praça Mauá já ficou uma praça de granito, ao invés de gramado. E infelizmente cometeram este mesmo erro com a reforma da Praça XV.

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